Wall Street abre em alta com aumento dos gastos do consumidor

Dados colocam a economia dos Estados Unidos a caminho de encerrar 2021 fortalecida.

Isabella Velleda
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Matteo Colombo/Reuters

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As bolsas de Nova York abriram hoje (23) em alta, na esteira de dados econômicos positivos. Os gastos do consumidor, que respondem por mais de dois terços da atividade econômica dos Estados Unidos, subiram 0,6% no mês passado, segundo relatório do Departamento do Comércio divulgado hoje.

Os dados de outubro foram revisados para cima, para mostrar alta de 1,4%, em vez de 1,3%, conforme divulgado anteriormente.

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Serviços como viagens durante o feriado de Ação de Graças foram responsáveis por grande parte do aumento do consumo. Já os gastos com bens foram mais fracos, depois que os norte-americanos iniciaram suas compras de fim de ano mais cedo para evitar prateleiras vazias devido à escassez.

Essas informações colocam a economia dos Estados Unidos a caminho de encerrar 2021 fortalecida.

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Às 11h56 de Brasília, o Dow Jones subia 0,66%, a 35.990 pontos; o S&P 500 ganhava 0,55%, a 4.722 pontos; e o Nasdaq avançava 0,30%, a 15.568 pontos.

Por outro lado, as pressões sobre os preços continuam aumentando. O PCE, uma medida da inflação subjacente, registrou em novembro seu maior aumento anual desde 1982, com acumulado de 5,7%.

A escassez aguda de trabalhadores também permanece. Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego ficaram inalterados em 205 mil, na semana encerrada em 18 de dezembro, segundo informou o Departamento do Trabalho hoje. Neste mês, as solicitações haviam caído para um patamar visto pela última vez em 1969.

O dólar opera em alta de 0,34%, negociado a R$ 5,6866, após ter registrado baixa mais cedo. “O agravamento da pandemia e a resposta das autoridades, especialmente na Europa, ainda impõe cautela aos negócios, limitando a recuperação dos mercados”, disse o Bradesco em nota matinal. (Com Reuters)

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