3R Petroleum assina compra do Polo Potiguar por US$ 1,38 bilhão; veja os destaques do Forbes Radar

Últimas notícias sobre: Oi, Banco BMG, Via, TIM, Méliuz, Neoenergia e Cielo.

Isabella Velleda
Compartilhe esta publicação:

Acessibilidade


No Forbes Radar de hoje (1º), a 3R Petroleum comunicou ao mercado que assinou o contrato de compra do Polo Potiguar, da Petrobras, localizado na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, por US$ 1,38 bilhão. A operação havia sido aprovada na semana passada.

Já a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) aprovou por unanimidade a venda de ativos de telefonia móvel da Oi para as rivais TIM, Claro e Telefônica Brasil. A Oi está em recuperação judicial desde 2016.

Veja estes e outros destaques corporativos do dia:

3R Petroleum (RRRP3)

A 3R Petroleum comunicou ao mercado que assinou o contrato de compra do Polo Potiguar, da Petrobras, localizado na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, por US$ 1,38 bilhão.

O acordo prevê a concessão de um conjunto de 22 campos em produção e a transferência de toda a infraestrutura e sistemas de dutos que suportam a operação, além do AIG (Ativo Industrial de Guamaré), que engloba unidades de processamento de gás natural, a refinaria de Clara Camarão, e o Terminal Aquaviário de Guamaré.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

O conselho da petroleira havia aprovado a operação na semana passada.

Oi (OIBR3)

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) aprovou por unanimidade a venda de ativos de telefonia móvel da Oi para as rivais TIM, Claro e Telefônica Brasil, uma das partes mais importantes do plano de recuperação judicial da companhia.

O assunto se arrastava desde o final de 2020, quando as três operadoras ganharam direito sobre os ativos móveis da Oi em um leilão que chegou a ser contestado por rivais como a Algar Telecom.

A Oi está em recuperação judicial desde 2016, quando pediu proteção da justiça sob peso de dívida de mais de R$ 65 bilhões à época, um dos maiores processos do tipo da história do país.

Banco BMG (BMGB4)

O Banco BMG concluiu a aquisição de participação acionária na Araújo Fontes Consultoria e Negócios Imobiliários e na AF Invest. Com a operação, a companhia adquiriu 50% do capital social da AF Controle S.A., holding que detém a participação societária nas sociedades.

Segundo a empresa, a operação amplia a oferta de produtos e serviços e acelera o crescimento dos negócios de atacado.

Via (VIIA3)

A VIA celebrou instrumento particular de transferência de créditos tributários de ICMS no valor total de R$ 200 milhões.

Segundo a empresa, essa transação é apenas uma dentre as diversas medidas que vêm sendo adotadas no âmbito do seu plano estratégico de monetização de créditos tributários.

TIM (TIMS3)

A TIM anunciou a nomeação de Alberto Mario Griselli para assumir o cargo de presidente-executivo da companhia, em substituição a Pietro Labriola, indicado recentemente ao comando do grupo italiano Telecom Italia, que controla a TIM.

Griselli é atualmente vice-presidente de receitas da TIM, cargo que ficará temporariamente vago, com o novo presidente-executivo acumulando a função, afirmou a operadora em fato relevante ao mercado.

Méliuz (CASH3)

A empresa de tecnologia voltada a cashback Méliuz anunciou lançamento de aplicativo que integra funções de compras com serviços financeiros que incluem conta digital e investimento em bitcoins.

A companhia afirmou que o novo aplicativo já está disponível para parte de seus usuários e que será acessível ao restante de sua base “de forma progressiva ao longo das próximas semanas”, segundo comunicado ao mercado.

A integração de serviços financeiros com recursos de shopping coloca a empresa em competição com uma série de fintechs e grandes instituições financeiras do país, como Inter e Itaú Unibanco.

Neoenergia (NEOE3)

A Neoenergia assinou contrato de financiamento com o Banco Europeu de Investimento, no valor total de até € 200 milhões, cerca de R$ 1,2 bilhão, segundo informou a companhia em comunicado.

Trata-se de um financiamento verde que tem como lastro o capex dos seguintes projetos: Complexo Eólico Oitis (localizado na Bahia e no Piauí), Complexo Eólico Chafariz na Paraíba, e parques solares Luzia, também na Paraíba.

O prazo do contrato é de até dez anos.

Cielo (CIEL3)

A Cielo anunciou o encerramento do FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) Cielo Receba Mais.

No comunicado ao mercado, a empresa afirmou que, em 8 de dezembro, houve liquidação do Fundo conforme foi verificada a ocorrência de evento de liquidação previsto no regulamento.

O evento mencionado consistia na divulgação pela B3 da taxa média dos DIs (Depósitos Interfinanceiros), em valor igual ou superior a 8% ao ano, patamar que indica alterações relevantes das premissas utilizadas na modelagem financeira do FIDC pela companhia.

Compartilhe esta publicação: