Braskem estabiliza nível de uso das fábricas no Brasil no 4º tri, mas vendas caem

Segundo a companhia, o aumento na base sequencial refletiu a maior disponibilidade de matéria-prima na central petroquímica do Rio de Janeiro.

Reuters
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A Braskem informou ontem que a taxa média de utilização de suas centrais petroquímicas atingiu 85% no quarto trimestre, subindo ante 79% no trimestre imediatamente anterior, mas ficou estável no comparação com um ano antes.

Mas o volume de vendas de resinas da Braskem no país caiu 1% do terceiro para o quarto trimestre, explicado pela sazonalidade do período, afirmou a companhia. Contra um ano antes, a queda nas vendas foi de 13%, o que a empresa atribuiu à menor demanda.

Segundo a companhia, o aumento na base sequencial refletiu a maior disponibilidade de matéria-prima na central petroquímica do Rio de Janeiro e a maior demanda de polietileno no país.

Nos Estados Unidos, a taxa média de utilização das plantas de polipropileno teve redução de 21 pontos percentuais na base sequencial e de 12 pontos ano a ano, “devido a parada programada de manutenção em uma fábrica e à desaceleração da produção acompanhando a redução da demanda”, afirma o relatório.

No México, a taxa média de uso das plantas da companhia subiu 13 pontos sobre o trimestre anterior e 34 pontos ano a ano, devido ao aumento das importações de etano dos Estados Unidos e do aumento do fornecimento de etano pela Pemex.

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