Lucro da Engie Brasil cai 26,2% no 4º tri, para R$ 808 milhões

No acumulado de 2021, o lucro líquido ajustado teve baixa de 11,8%, enquanto o Ebitda ajustado subiu 12,3%.

Reuters
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A Engie Brasil Energia reportou ontem lucro líquido ajustado de R$ 808 milhões para o quarto trimestre, queda 26,2% ante mesmo período do ano anterior.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado da francesa Engie atingiu R$ 2,248 bilhões, recuo de 5,8% na comparação com o mesmo intervalo de 2020.

No acumulado de 2021, o lucro líquido ajustado atingiu R$ 2,37 bilhões, baixa de 11,8%, enquanto o Ebitda ajustado subiu 12,3%, para R$ 7,22 bilhões.

Segundo a companhia, o preço médio de venda de energia, líquido dos encargos sobre a receita, atingiu R$ 185,96 por MWh no trimestre, 2,6% inferior ao obtido um ano antes. No acumulado do ano, esse preço foi de R$ 202,94 por MWh, 4,9% superior ao praticado em 2020.

“A redução do preço médio líquido de venda de energia, entre os trimestres em análise, foi motivada, principalmente, pela valoração dos ressarcimentos previstos nos contratos no ambiente regulado das usinas eólicas”, disse a Engie.

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Estes efeitos foram parcialmente atenuados pela atualização monetária dos contratos, acrescentou.

Já a quantidade de energia vendida em contratos atingiu 9.593GWh (4.345 MW médios) no quarto trimestre, uma redução de 3,1%, no ano a ano. Em 2021, o volume de venda de energia foi de 35.801 GWh (4.087 MW médios), recuo de 5,4%.

“As reduções na quantidade de energia vendida, trimestral e anual foram motivadas pela menor disponibilidade devido ao cenário hídrico, pelos menores volumes de compras e em função de paradas programadas na UTE Pampa Sul”, afirmou a Engie.

Em documento separado, a companhia disse que o conselho de administração aprovou a recomendação de um comitê independente, que foi favorável à compra de dois ativos de geração solar, os Conjuntos Fotovoltaicos Paracatu e Floresta, com capacidade total de 259,8 MWp, por R$ 625 milhões.

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