Wall Street fecha em queda com saída da Shell da Rússia e novas sanções ao país

Nasdaq foi o único a ter alta no dia, subindo 0,41%.

Giovanna Simonetti
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Matteo Colombo/Reuters

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As bolsas de Nova York fecharam hoje (28), em sua maioria, em queda após novos desdobramentos da invasão da Rússia à Ucrânia. O dia foi marcado por anúncios de novas sanções em relação à economia russa e o encerramento das operações da gigante do petróleo Shell no país.

Em mais uma etapa de uma série de sanções impostas a Moscou, os EUA proibiram que cidadãos do país façam qualquer transação envolvendo o Banco Central russo, o Fundo Nacional de Riqueza e o Ministério das Finanças da Rússia. A medida provavelmente aumentará a inflação russa, prejudicará seu poder de compra e reduzirá os investimentos. 

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Já o governo suíço irá congelar bens de russos envolvidos na invasão da Ucrânia, quebrando sua tradicional neutralidade e seguindo penalidades já impostas pela União Europeia na semana passada. Além disso, o país também adotou sanções financeiras contra o presidente russo Vladimir Putin, o primeiro-ministro Mikhail Mishustin e o ministro das Relações Exteriores Sergei Lavrov, com efeito imediato.

O dia também foi marcado pela saída da Shell e de todas as suas operações na Rússia, incluindo joint ventures com a estatal de gás Gazprom e uma grande usina de gás natural liquefeito (GNL). A petroleira é a mais recente grande empresa de energia ocidental a deixar o país rico em petróleo após a invasão da Ucrânia, deixando para trás US$ 3 bilhões (R$ 15,4 bilhões) em investimentos.  

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Às 18h, o Dow Jones operava em queda de 0,49%, a 33.892 pontos; o S&P 500 recuava 0,24%, a 4.373 pontos; e o Nasdaq subia 0,41%, a 13.751 pontos.

O dólar subia 1,01% ante o real, cotado a R$ 5,1562, no segundo dia seguido de alta da moeda. (Com Reuters)

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