Iguatemi compra fatia do brechó de luxo Etiqueta Única por R$ 27 milhões; veja os destaques do Radar

Últimas notícias sobre: Equatorial Energia, Ambipar, Klabin, AES Brasil e Ultrapar.

Isabella Velleda
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No Forbes Radar de hoje (4), a Iguatemi comunicou a aquisição de 23,08% da Etiqueta Única, e-commerce de venda de artigos second-hand de luxo. A transação garante a Iguatemi uma opção de compra para se tornar controlador da operação em três anos.

Já a Equatorial Energia concluiu a aquisição de 100% das ações da Echoenergia através de sua subsidiária Equatorial Transmissão. O valor total da operação foi de R$ 7,03 bilhões.

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Veja esses e outros destaques corporativos do dia:

Iguatemi (IGTI3)

A Iguatemi comunicou a aquisição de 23,08% da Etiqueta Única, e-commerce que intermedia a venda de artigos second-hand de luxo. Adquirida por R$ 27 milhões, a transação garante a Iguatemi uma opção de compra para se tornar controlador da operação em três anos.

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Segundo a empresa, a parceria reforça a importância da inovação e do consumo consciente no mercado da moda. Atualmente, a Etiqueta Única é a maior plataforma online de luxo especializada em economia colaborativa e circular da América Latina, com crescimento médio de 40% ao ano.

O conselho de administração da Iguatemi também aprovou o 3º programa de contratos de swap no valor de até R$ 100 milhões.

Equatorial Energia (EQTL3)

A Equatorial Energia concluiu a aquisição de 100% das ações da Echoenergia, através de sua subsidiária integral Equatorial Transmissão. O valor total da operação foi de R$ 7,03 bilhões.

A Echoenergia possui aproximadamente 1,2 GW de capacidade de geração eólica, além de portfólio de projetos “prontos para construção” (ready to build), majoritariamente solar, que adicionarão mais 1,2GW à capacidade de geração da Equatorial após concluído.

Klabin (KLBN4)

A Klabin celebrou os acordos necessários para o aumento de capital em sua controlada Aroeira Reflorestadora S.A. (SPE).

Segundo a empresa, a transação reflete o sucesso da parceria entre a Klabin e a Timber Investment Management Organization (Timo) na condução da SPE, que, até a presente data, tem efetuado compra de áreas para a expansão florestal no estado de Santa Catarina em prazo menor do que o cronograma original.

Para a consecução do aumento de capital da SPE, a Klabin realizará aporte adicional de 2,6 mil hectares de florestas plantadas, equivalentes a R$ 87 milhões. A Timo, por sua vez, contribuirá com o montante de R$ 250 milhões em caixa.

Os recursos adicionais aportados pela TIMO financiarão a aquisição de aproximadamente 6 mil hectares úteis, bem como os investimentos necessários na formação de florestas e capital de giro.

Ambipar (AMBP3)

A Ambipar informou que a Biofílica Ambipar Environmental assinou termo de parceria com a empresa British Petroleum com objetivo de formar uma joint venture para promover, desenvolver e operar projetos de compensação de carbono de soluções baseadas na natureza (NBS) no Peru.

A Biofílica Ambipar Environment tem como objetivo tornar-se a maior empresa de NBS do mundo a médio e longo prazo. “Parcerias estratégicas ajudam no aumento de capacidade de investimentos em projetos NBS e no fortalecimento da governança corporativa”, disse a empresa.

AES Brasil (AESB3)

A geradora de energia renovável AES Brasil registrou um prejuízo líquido de R$ 34,8 milhões no quarto trimestre de 2021, contra um resultado positivo de R$ 602 milhões em igual período do ano anterior.

Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) somou R$ 205,8 milhões no trimestre, uma queda de 82,4% no comparativo anual.

Segundo a empresa, a retração dos indicadores reflete principalmente efeitos não recorrentes, como a contabilização no fim de 2020 da repactuação do risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês), que impactou positivamente os números da empresa na ocasião.

Ultrapar (UGPA3)

A Ultrapar informou que foi comunicada, pela Ultra S.A. Participações, sobre a conclusão da aquisição das debêntures conversíveis em ações, detidas pelo Pátria Private Equity VI, por Fabio Igel e Marcos Lutz, através da IgelPar.

As debêntures foram convertidas em ações da IgelPar. Igel e Lutz passaram a deter 50,1% e 49,9% da IgelPar, respectivamente, após referida aquisição. (Com Reuters)

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