Itaúsa, Odontoprev e Blau anunciam proventos; veja os destaques do Radar

Últimas notícias sobre: JBS, Unidas e Eneva.

Isabella Velleda
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No Forbes Radar de hoje (22), a Itaúsa deliberou declarar antecipadamente, por conta do dividendo obrigatório do exercício de 2022, JCP (juros sobre o capital próprio) no valor bruto de R$ 0,11337 por ação, a serem pagos no final de 2023.

Já a Odontoprev informou que foi aprovado o pagamento de JCP relativo ao primeiro trimestre de 2022, no montante de R$ 16,4 milhões. O valor líquido por ação é de R$ 0,0271.

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Veja esses e outros destaques corporativos do dia:

Itaúsa (ITSA4)

A Itaúsa informou que deliberou declarar antecipadamente, por conta do dividendo obrigatório do exercício de 2022, JCP no valor de R$ 0,11337 por ação, que serão pagos até 29 de dezembro de 2023, com base na posição acionária final do dia 24 de março de 2022.

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Odontoprev (ODPV3)

A Odontoprev informou que foi aprovado o pagamento de JCP relativo ao primeiro trimestre de 2022, no montante de R$ 16,4 milhões.

O valor líquido por ação é de R$ 0,0271, 30% acima do JCP do mesmo período do ano passado, consideradas 18.775.098 ações em tesouraria hoje.

As ações serão negociadas a “ex” a partir de 25 de março, e o pagamento ocorrerá em 6 de julho de 2022.

Blau (BLAU3)

A Blau informou que foi aprovada a distribuição de dividendos no valor total de R$ 36,8 milhões, imputados ao cômputo dos dividendos mínimos obrigatórios do exercício social de 2021. Sendo assim, o valor total de dividendos distribuídos corresponde a R$ 0,2055 por ação.

Os dividendos serão pagos aos acionistas da companhia em parcela única, em 5 de abril de 2022. Fazem jus ao recebimento dos dividendos os acionistas inscritos na instituição depositária da companhia em 24 de março.

JBS (JBSS3)

O conselho de administração da JBS aprovou um plano de recompra que permite a aquisição de até 116.167.197 ações ordinárias.

Além disso, também foi aprovado o cancelamento da totalidade de 129.064.700 de ações ordinárias, sem valor nominal, de emissão da JBS, mantidas em tesouraria, sem redução do valor do capital social.

“O plano de recompra, como uma política recorrente da JBS, tem por objetivo maximizar a geração de valor para o acionista por meio de uma administração eficiente da sua estrutura de capital”, disse a empresa em comunicado.

A JBS também revelou que teve lucro líquido de R$ 6,47 bilhões no quarto trimestre de 2021, alta de 61% ante igual período de 2020, enquanto o resultado anual disparou mais de três vezes, para R$ 20,5 bilhões.

Unidas (LCAM3)

A Unidas anunciou que seu lucro de outubro a dezembro somou R$ 276,9 milhões, um aumento de 40,5% sobre a mesma etapa de 2020.

A receita líquida da companhia totalizou R$ 1,51 bilhão no trimestre, queda de 6,5% contra um ano antes.

Enquanto o faturamento com locação cresceu 46,6%, a de vendas de veículos caiu 42,6%. O ticket médio para locação cresceu 33%, enquanto o de terceirização de frotas teve alta de 12,9%. O número combinado de diárias avançou 23,5%.

No relatório de resultados, a Unidas explicou ter priorizado a operação de aluguel de carros “mantendo o volume de venda mais arrefecido, maximizando o tempo de vida útil dos ativos até que o cenário de recebimento dos veículos junto às montadoras seja normalizado”.

O número de veículos vendidos caiu 57,6%.

Eneva (ENEV3)

A Eneva registrou lucro líquido de R$ 489,4 milhões no quarto trimestre de 2021, queda de 28,7% na base anual. (Com Reuters)

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