Petrobras nega notícias sobre venda de TGB e TSB; veja os destaques do Radar

Últimas notícias sobre: Ambipar, AES Brasil, SulAmérica, Eletrobras, brMalls, Kepler Weber, CVC, SmartFit e mais.

Isabella Velleda
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No Forbes Radar de hoje (16), a Petrobras esclareceu que o seu projeto de desinvestimento na TGB (Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil) e na TSB (Transportadora Sulbrasileira de Gás) ainda se encontra na fase vinculante, ao contrário do que havia sido afirmado pela Reuters.

Já a Ambipar anunciou que foi aprovado o programa de recompra de ações de emissão da companhia, a fim de maximizar a geração de valor para os acionistas.

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Veja esses e outros destaques corporativos do dia:

Petrobras (PETR3;PETR4)

A Petrobras, em relação às notícias referentes à venda da totalidade de suas participações de 51% na Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil S.A. (TBG) e de 25% na Transportadora Sulbrasileira de Gás S.A. (TSB), esclarece que esse projeto de desinvestimento ainda se encontra na fase vinculante.

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A EIG Global Energy Partners apresentou proposta vinculante, que deverá ser apreciada pela Diretoria Executiva da Petrobras para, em caso de aprovação, iniciar a fase de negociação.

A companhia não confirmou os valores veiculados na mídia e esclareceu que a celebração da transação dependerá das aprovações corporativas necessárias.

Ambipar (AMBP3)

A Ambipar anunciou que foi aprovado o programa de recompra de ações de emissão da companhia, que se dará através da aquisição de ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal.

O número máximo de ações a serem adquiridas será de até 2.017.172, representativas de 4,59% das 43.853.759 ações em circulação

Segundo a empresa, o programa de recompra de ações tem por objetivo maximizar a geração de valor para os acionistas da companhia, uma vez que, na visão da administração, o valor atual das ações no mercado não reflete o valor real dos ativos e a perspectiva de rentabilidade e geração de resultados da empresa.

AES Brasil (AESB3)

A AES Brasil informou que venceu o processo competitivo para a aquisição de projetos eólicos da Renova Energia no Rio Grande do Norte.

A geradora foi a única proponente no leilão judicial da unidade produtiva isolada (UPI) Cordilheira dos Ventos, da Renova. O valor da aquisição é de R$ 42 milhões.

A UPI Cordilheira dos Ventos é constituída por parte dos projetos Facheiro II, Facheiro III e Labocó, com capacidade de desenvolvimento eólico de 305 megawatts (MW). Eles estão localizados próximos ao complexo eólico Cajuína, que está sendo construído pela AES.

SulAmérica (SULA11)

A SulAmérica informou que a Orbis Investment Management e entidades afiliadas, na qualidade de gestores de fundos de investimentos e investidores não residentes, passaram a representar, de forma agregada, aproximadamente 4,98% do total de ações em circulação da companhia.

Eletrobras (ELET6)

A Eletrobras informou que encerrou a SPE (Sociedade de Propósito Específico) Igesa, que contava com a participação acionária da Construtora OAS Ltda. (51%), da Eletrobras (29,4%) e de Furnas Centrais Elétricas S.A. (19,6%), e que foi criada com o objetivo de explorar o aproveitamento hidroelétrico do rio Inambari, no Peru.

brMalls (BRML3)

A brMalls comunicou que estabeleceu uma parceria com a incorporadora Vitacon para desenvolver prédios residenciais e de centros médicos que totalizam cerca de 210 mil m² de área privativa.

A empresa e os coproprietários dos ativos fornecerão os espaços em troca de parte das áreas construídas pela Vitacon. A permuta resultará em receita estimada de R$ 325 milhões.

Kepler Weber (KEPL3)

A Kepler Weber recebeu comunicado da Tarpon, na qual foi informada a alienação de sua participação acionária na companhia, reduzindo a participação para 7.376.655 ações ordinárias, representando 24,63% do total de ações.

CVC (CVCB3)

A CVC quase dobrou as vendas no quarto trimestre de 2021, uma vez que a flexibilização das medidas de isolamento social ampliaram a busca por viagens. Contudo, isso não livrou a empresa de fechar o período no vermelho.

A companhia de viagens anunciou que teve prejuízo líquido de R$ 145,8 milhões entre outubro e dezembro. Um ano antes, a CVC havia registrado lucro de R$ 392,5 milhões, favorecida por efeitos extraordinários.

A receita líquida da companhia cresceu 92,9% no trimestre sobre mesma etapa de 2020, para R$ 314 milhões, em virtude principalmente do maior ticket médio em viagens domésticas.

Smart Fit (SMFT3)

A Smart Fit registrou prejuízo líquido de R$ 110,2 milhões no quarto trimestre de 2021, o que representa um crescimento de 24% na base anual.

Segundo a empresa, “A elevação do prejuízo foi ocasionada principalmente pelo crescimento de R$ 43 milhões na depreciação, em razão da adição de 130 academias próprias nos últimos 12 meses. Este efeito foi parcialmente compensado pela diminuição de R$ 33 milhões nas despesas financeiras.”

Iguatemi (IGTI11)

A Iguatemi registrou lucro líquido de R$ 82,8 milhões no quarto trimestre de 2021, alta de 1,1% na comparação anual.

Yduqs (YDUQ3)

A Yduqs registrou prejuízo líquido de R$ 74,3 milhões de outubro a dezembro do ano passado, uma perda 27,6% inferior à reportada um ano antes, de R$ 102,6 milhões.

Em termos ajustados, o resultado líquido representou um ganho de R$ 2,2 milhões, desempenho 97,6% pior na comparação anual, quando o lucro neste critério somou R$ 93,1 milhões.

Taurus (TASA4)

A Taurus registrou lucro líquido de R$ 206,9 milhões no quarto trimestre de 2021, uma queda de 25,8% na comparação anual. (Com Reuters)

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