Ex-ministro da Fazenda Eduardo Guardia morre aos 56 anos

Durante a presidência de Michel Temer, em 2018, Guardia ocupou o posto de ministro da Fazenda após a saída de Henrique Meirelles.

Redação
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Imagem: Reuters/Adriano Machado
Imagem: Reuters/Adriano Machado

Com vasta experiência no setor público e na iniciativa privada, Guardia atuava há quase três anos como CEO da BTG Pactual Asset Management

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O ex-ministro da Fazenda Eduardo Guardia morreu hoje (11) aos 56 anos. Ele liderou a pasta entre abril e dezembro de 2018, durante o último ano da Presidência de Michel Temer.

Com vasta experiência no setor público e na iniciativa privada, Guardia atuava há quase três anos como CEO da BTG Pactual Asset Management. O economista já fez parte do conselho de administração da Vale e ocupou cargos de comando no Banco do Brasil e na B3.

No governo, foi secretário do Tesouro Nacional em 2002, durante a gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso. Também foi secretário de Fazenda do estado de São Paulo entre 2003 e 2005.

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Em 2016, assumiu o cargo de secretário executivo do Ministério da Economia, período em que a pasta elaborou, propôs e conseguiu a aprovação da regra do teto de gastos, com o objetivo de conter o crescimento sem controle das despesas públicas.

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Em 2018, após a saída de Henrique Meirelles do governo, Guardia foi alçado ao posto de ministro da Fazenda. Ele permaneceu no cargo até o encerramento do mandato de Temer e lidou diretamente com a greve dos caminhoneiros, uma das situações mais críticas aquela gestão.

O ministério da Economia informou por meio de nota que o ministro Paulo Guedes manifesta respeito e solidariedade aos familiares e amigos de Guardia.

“Durante sua trajetória pública, a atuação de Guardia foi fundamental na construção de soluções importantes para a economia brasileira. O ex-ministro sempre se notabilizou pelo trabalho incansável, a gentileza no trato e o permanente espírito público, inspirando todas as equipes que liderou”, disse.

Guardia deixa a esposa, Maria Lúcia. Ele não tinha filhos. (Com Reuters)

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