Ibovespa abre alta com alívio nos casos de Covid-19 na China

A cidade chinesa de Xangai alcançou um marco de três dias seguidos sem novos casos do vírus fora das zonas de quarentena

Isabella Velleda
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O Ibovespa opera em alta de 1,05% na abertura do pregão de hoje (17), a 109.374 pontos, às 10h17, horário de Brasília. O índice acompanha o ânimo dos mercados internacionais, que retomam o apetite por risco após os sinais de reabertura da China e crescimento econômico maior do que o esperado na Europa.

A capital financeira Xangai alcançou um marco de três dias seguidos sem novos casos de Covid-19 fora das zonas de quarentena – o status de “Covid zero”. O total de casos em todo o país também diminuiu, permitindo um alívio nas medidas de isolamento social.

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Acompanhando essa reabertura, os contratos futuros de minério de ferro e outros insumos siderúrgicos subiram nas bolsas chinesas, com esperanças de uma melhora na demanda, enquanto o petróleo oscilou em seu maior patamar em dois meses.

No cenário local brasileiro, a Vale (VALE3) e a Petrobras (PETR3 e PETR4) registram altas de 2,03%, 0,66% e 1,16%, respectivamente.

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O investidor local também digere o IGP-10 (Índice Geral de Preços-10), que subiu apenas 0,10% em maio, de 2,48% em abril, com o arrefecimento dos preços de commodities agrícolas e minerais.

Na Europa, o PIB (Produto Interno Bruto) dos 19 países que compartilham o euro subiu 0,3% no período de janeiro a março sobre os três meses anteriores, marcando um crescimento de 5,1% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Os dados mostram que a zona do euro expandiu nos três primeiros meses de 2022 no mesmo ritmo trimestral do último trimestre de 2021, apesar da invasão russa da Ucrânia em 24 de fevereiro, que perturbou as cadeias de abastecimento, atingiu a confiança e aumentou os preços da energia.

O dólar opera em queda de 1,70%, sendo negociado a R$ 4,9650 na venda.

Nos Estados Unidos, os índices futuros registram alta. Investidores aguardam o discurso de Jerome Powell, presidente do banco central norte-americano, em um evento promovido pelo The Wall Street Journal nesta tarde, quando deverá dar pistas sobre o futuro da política monetária do país.

No radar, também está a divulgação de dados referentes às vendas no varejo e à produção industrial norte-americana.

Às 10h17, o Dow Jones subia 1,26%, o S&P avançava 1,57%, enquanto o Nasdaq ganhava 1,94%.

Na Ásia, o mercado acionário chinês fechou em alta, apoiado pelo alívio nos casos de Covid-19. As gigantes da tecnologia e as ações de Hong Kong registraram o maior salto em seis semanas, com notícias sobre a reunião de um órgão consultivo para promover a economia digital.

O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 3,27%; e o BSE Sensex, de Mumbai, fechou o dia em alta de 2,54%. Já no Japão, o índice Nikkei ganhou 0,42%, enquanto o Shangai, na China continental, avançou 0,65%.

Na Europa, os principais índices operam em alta. Por volta das 10h17, o Stoxx 600 ganhava 1,39%; na Alemanha, o DAX subia 1,51%; na França, o CAC 40 operava em alta de 1,25%; na Itália, o FTSE MIB ganhava 1,33%; enquanto, no Reino Unido, o FTSE 100 avançava 0,83%. (Com Reuters)

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