Ibovespa abre em alta descolado das Bolsas internacionais

Por aqui, o destaque de hoje (31) fica para a divulgação do PNAD Contínua; dólar recua

Redação
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O principal índice da Bolsa brasileira opera em alta de 0,66%, aos 111.760 pontos, na abertura do último pregão de maio. Por aqui, o destaque de hoje (31) fica para a divulgação do PNAD Contínua, que mostra que a taxa de desemprego no Brasil ficou em 10,5% nos três meses até abril.

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia), a taxa para esse trimestre é a menor desde 2015, que registrou 8,1%. Além disso, representa uma queda de 0,7 ponto percentual ante o trimestre anterior.

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Ainda no cenário doméstico, o Ministério de Minas e Energia anunciou na noite de ontem (31) que formalizou ao Ministério da Economia o pedido de inclusão da Petrobras (PETR3; PETR4) na carteira do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), visando estudos para uma privatização.

Internacional

Hoje, a atenção dos investidores se volta para o encontro do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, com o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, em um momento em que a inflação em recordes históricos continua a drenar os bolsos dos norte-americanos.

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A inflação é apenas uma das muitas crises enfrentadas pela Casa Branca, que também lida com a violência armada e a invasão da Ucrânia pela Rússia, por exemplo.

Por lá, os futuros operam em queda. Dow Jones recua 0,63%, SP&500 e Nasdaq perdem 0,63% e 0,36%, respectivamente. O dólar comercial recua 0,55%, a R$ 4,72.

No mercado asiático, Nikkei perdeu 0,33%. Na China, o Xangai fechou em alta de 1,19% e o Shenzhen, 1,57%. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 1,38% e, em Taiwan, o Taiex subiu 1,19%. Em Seul, o Kospi subiu 0,61%.

As Bolsas europeias operam majoritariamente em queda. Por lá, líderes da União Europeia garantiram concessões à Hungria para acertar um embargo de petróleo à Rússia por causa da invasão da Ucrânia, selando um acordo nesta terça-feira que visa cortar 90% das importações de petróleo russo para o bloco até o fim do ano.

Além disso, a economia da França encolheu inesperadamente no primeiro trimestre, com os consumidores lutando para lidar com a inflação em alta. (Com Reuters)

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