Ibovespa fecha em alta seguindo ganhos de Europa e Ásia

Índices respiraram aliviados após a China reduzir os juros dos empréstimos de longo prazo; dólar recua

Redação
Compartilhe esta publicação:

Acessibilidade


O principal índice da Bolsa brasileira fechou hoje (20) em alta de 1,39%, aos 108.487 pontos, avançando 1,45% na semana. O Ibovespa seguiu o caminho das Bolsas europeias e asiáticas, que também fecharam no verde.

No cenário doméstico, o destaque entre as altas ficou para as ações da Ecorodovias (​​ECOR3), com avanço de 5,48%. A empresa de administração de concessões venceu hoje o leilão do Sistema Rodoviário Rio de Janeiro/RJ – Governador Valadares/MG realizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e pelo Ministério da Infraestrutura.

Acompanhe em primeira mão o conteúdo do Forbes Money no Telegram

IRB Brasil (IRBR3), Hypera (HYPE3) e Cosan (CSNA3) também aparecem entre as maiores altas de hoje, com 6,56%, 4,98% e 4,97%, respectivamente.

Entre as maiores quedas do pregão de hoje, estão Méliuz (CASH3), Petz (PETZ3), Banco Pan (BPAN4) e Embraer (EMBR3), com 5,34%, 5,17%, 3,64% e 1,86%, respectivamente.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

Internacional

As Bolsas dos Estados Unidos iniciaram o pregão de hoje em alta, mas não sustentaram totalmente os ganhos, com Nasdaq caindo. O Dow Jones subiu 0,03%, o S&P avançou 0,01%, Nasdaq perdeu 0,30%. O dólar comercial recuou 0,89%, negociado a R$ 4,87.

O índice referencial S&P 500 tinha queda de 20% hoje em relação a seu pico recorde intradiário de 4 de janeiro, com os investidores vendendo ações em meio a preocupações sobre se o Federal Reserve (banco central dos Estados Unidos) ser capaz de combater a inflação efetivamente sem causar uma recessão.

No começo da semana, Jerome Powell, presidente do Fed falou sobre a necessidade de um aperto monetário mais agressivo para combater a inflação.

As Bolsas europeias e asiáticas fecharam em alta. Os índices respiraram aliviados após a China reduzir os juros dos empréstimos de longo prazo, a fim de amenizar o impacto da Covid-19. Por lá, medidas severas foram adotadas para conter o avanço da doença, causando temor de uma desaceleração econômica global.

O Banco do Povo da China diminuiu a taxa de juros de referência dos empréstimos de cinco anos. Analistas acreditam que o movimento foi uma resposta ao apelo do primeiro-ministro chinês para acelerar decisivamente os ajustes e deixar a economia voltar à normalidade rapidamente. (Com Reuters)

>> Inscreva-se ou indique alguém para a seleção Under 30 de 2022

Compartilhe esta publicação: