Banco da França corta perspectiva de crescimento e vê inflação mais alta

Segunda maior economia da zona do euro, a França deve crescer 2,3% em 2022, antes de desacelerar para 1,2% em 2023.

Reuters
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Anthony Choren/Unsplash
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Segunda maior economia da zona do euro, França deve crescer 2,3% em 2022, antes de desacelerar a alta para 1,2% em 2023.

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A economia da França vai desacelerar mais do que o esperado neste ano devido ao atual choque de preços de energia, enquanto a inflação ficará acima do estimado anteriormente, disse hoje (21) o banco central do país.

A segunda maior economia da zona do euro deve crescer 2,3% em 2022, antes de desacelerar a alta para 1,2% em 2023 e depois subir 1,7% em 2024, à medida que o impacto da crise diminui, disse o Banco da França em relatório de perspectivas trimestrais.

A crise na Ucrânia e o aumento nos preços de energia levaram a uma perspectiva mais sombria e incerta desde as últimas previsões do banco central, de março, quando esperava-se crescimento de 3,4% neste ano, 2,0% em 2023 e 1,4% em 2024.

O banco central estimou que as consequências da guerra na Ucrânia custarão à economia da França o equivalente a 2 pontos percentuais do Produto Interno Bruto (PIB) entre 2022 e 2024.

O banco central previu que a inflação francesa ficará numa média de 5,6% neste ano, antes de desacelerar para 3,4% em 2023 e para um pouco abaixo da meta de 2% do Banco Central Europeu (BCE) em 2024.

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Em março, a instituição projetava inflação de 3,7% neste ano, 1,9% em 2023 e 1,7% em 2024.

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