Cinco décadas de evolução na governança

Dia após dia, geramos um processo de construção dentro do Grupo Guararapes com o objetivo de ampliar nossas dinâmicas de governança

Flávio Rocha
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Wand_Prapan/Getty Images
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Grupo Guararapes tem o objetivo de ampliar dinâmicas de governança e evoluir as práticas ESG de forma constante

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No mundo corporativo, a evolução deve ser um movimento constante com espaço para adaptação, mas sem possibilidade de inércia. Há exatos 52 anos, o Grupo Guararapes entrou no mercado de capitais disposto não apenas em acompanhar cada transformação dele, mas, sim, a ascender com ele.

Crescemos, presenciamos mudanças, acompanhamos o fim dos tradicionais pregões viva-voz na bolsa, quando a gritaria era a trilha sonora da compra e venda dos papéis, até aterrissarmos no modelo atual, cada vez mais virtual.
E, se o mercado de ações passou por intensas transformações, conosco não foi diferente. Dia após dia, geramos um processo de construção dentro do Grupo com o objetivo de ampliar nossas dinâmicas de governança e evoluir as
práticas ESG de forma constante. E acabamos de colher o resultado disso tudo: entramos no Novo Mercado da B3, a elite do capital aberto brasileiro. A migração é o reconhecimento de anos de trabalho em nossas práticas de governança coorporativa. É um selo em nosso currículo que comprova nosso alto nível de práticas de gestão e uma classificação importantíssima para nossos negócios, aliado a um ganho de destaque ao ocupar uma posição de tamanha excelência.

Leia mais: O início da mudança, muito antes da sigla ESG

Há décadas, trabalhamos na adoção de melhores práticas de governança corporativa e acreditamos que a pedra fundamental para o desenvolvimento do nosso grupo, aliada à força de nossa competitividade, vem dessas ações. Sempre nos esforçamos para combinar uma administração responsável com informações mais abrangentes e transparentes que contribuam para a redução de risco para os negócios. Mas, sempre foi preciso ir além, pois, apesar de reconhecermos os interesses dos nossos acionistas e investidores, temos uma missão social fundamental e que faz parte do nosso DNA: transformar o mundo que nos cerca. Nossos projetos sociais e empresariais referendam tal afirmação. Sempre mantivemos a lógica de que determinadas ações interferem nos resultados e, por isso,  procuramos melhorar o diálogo com a sociedade. Lá atrás, quando entramos na antiga Bolsa de Valores de São Paulo, já acreditávamos que a governança corporativa era o item mais relevante para o nosso sucesso. Sabíamos dos
benefícios à nossa imagem e à geração de investimentos ao longo do futuro.

O Grupo Guararapes presenciou as principais transformações sociais do Brasil, viveu e sobreviveu à hiperinflação, inúmeros planos econômicos, queda da ditadura e redemocratização do país. Cruzamos o caminho de sete presidentes desde a nova constituição. Enfrentamos e superamos desafios que correspondem ao nosso tamanho e, alguns, até maiores. Essas experiências nos deixaram cada vez mais exigentes em nossos trabalhos, em nossa governança ou quaisquer outras práticas.

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Hoje nossas práticas coorporativas são sinônimos de um ápice empresarial, mas é claro que vamos enfrentar muitas novas adversidades em nossa trajetória. O futuro brilha em nossos olhos, pois, em mais de 50 anos de capital aberto, entendemos que somos um grupo formado por pessoas que estão dispostas a dar o melhor para ser o melhor.

Flávio Rocha é presidente do conselho de administração do Grupo Guararapes.

Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião de Forbes Brasil e de seus editores.

Coluna publicada na edição 96, de abril de 2022

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