Reconhecida pela Women in Tech, Nina Silva exalta o potencial do Brasil na tecnologia

A quarta edição da cerimônia ocorreu no dia 2 de novembro, em Portugal, prestigiando mulheres que estão causando impacto na inovação pelo mundo.

Andressa Barbosa
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A brasileira Nina Silva é CEO e uma das fundadoras do Movimento Black Money e da fintech D’Black Bank (Crédito: Divulgação)

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A brasileira Nina Silva, CEO e uma das fundadoras do Movimento Black Money e da fintech D’Black Bank, foi reconhecida, no último dia 2 de novembro, em Portugal, pela Women in Tech, como Mulher Mais Disruptiva do Mundo. A 4ª edição da cerimônia prestigiou mulheres que estão causando impacto na tecnologia e inovação.

Executiva há mais de vinte anos, Nina é especialista em gestão de negócios e transformação digital com atuação internacional em multinacionais, em seu currículo consta também o cargo de Conselheira Administrativa e Investidora.

A Women In Tech é uma organização que atua desde 2018 e está presente em mais de 100 países, o movimento tem como principal objetivo oferecer mais oportunidades para as mulheres na área da tecnologia. Até 2030, eles pretendem criar oportunidades e funções nas áreas de tecnologia e inovação para mais de 5 milhões de mulheres no mundo.

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Nina reconhece que a tecnologia é para “todes” e que, atualmente, ainda está em “regime de manutenção de poder em poucas mãos”. “É preciso ampliar as oportunidades para que não tenha apenas uma mulher negra com um prêmio desses no país […] tanto meninas quanto meninos negros precisam de maior integração na tecnologia.”

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“Em tempos de ESG não tem como falar de sociedade e meio ambiente sem mencionar as pessoas que são impactadas. Porém, os processos precisam passar por pessoas diversas”

A executiva acredita que a renovação do ecossistema de inovação permite que erros do passado não se repitam mais. Em sua visão, a inovação parte de um novo olhar que abandona práticas antigas e oferece poder somente a um grupo que não inclui, por exemplo, mulheres e negros. “Inserir neste universo, além de mulheres e pessoas negras, PCDs e demais povos minorizados, recria soluções simplificadas que impactam um grande número de pessoas, colocando-as no centro da solução e em cargos importantes que possam ser alcançados através da tecnologia.”

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