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As empresas que mais praticam inovação aberta no Brasil

Plataforma 100 Open Startups analisou mais de 1.600 companhias em 24 setores

4 min
Divulgação
DivulgaçãoCarolina Sevciuc, diretora de transformação digital no Brasil da Nestlé, Top 1 na categoria Alimentos e Bebidas

A 100 Open Startups, plataforma que conecta startups a grandes empresas, vai anunciar amanhã (26), durante a edição especial de agosto da XII Open Innovation Week (Oiweek), os nomes das 100 empresas líderes em inovação aberta no Brasil. A publicação TOP 100 Open Corps é parte do Ranking 100 Open Startups e avalia o engajamento de grandes empresas no ecossistema de inovação brasileiro. No total, segundo o levantamento, 1.635 companhias estabeleceram parcerias com startups nos últimos 12 meses, número que representa um crescimento exponencial de 20 vezes em cinco anos de dados apresentados pelo movimento.

“O ranking mede o relacionamento das grandes empresas com as startups e constata a consolidação deste mercado. Open innovation já é uma realidade no país e vem crescendo exponencialmente porque existe um mercado real, que é comprovado pelos números apresentados”, diz Bruno Rondani, fundador e CEO da 100 Open Startups.

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A Nestlé foi eleita a Top 1 na categoria Alimentos e Bebidas. “Estamos muito felizes com este resultado. É a segunda vez que somos reconhecidos no Ranking TOP Open Corps e, agora, conquistamos o primeiro lugar, o que mostra o resultado do novo mindset da empresa”, comemora Carolina Sevciuc, diretora de transformação digital no Brasil da gigante suíça.

A executiva conta que desde que a área de inovação foi criada, há seis anos, mais de 300 startups já passaram pela Nestlé de alguma forma. A companhia realizou cerca de 30 provas de conceito com startups e outros parceiros empresariais, gerando novos negócios, otimizações internas e novas capacidades em tempo recorde. “Este tipo de colaboração é essencial para nos ajudar a garantir mais saúde e bem estar para as pessoas, de um jeito ainda mais ágil e relevante. Temos conseguido excelentes parcerias com as startups com as quais nos relacionamos e queremos ampliá-las ainda mais. Atuar neste ambiente de inovação aberta oferece lentes distintas para a solução de problemas, além de nos colocar em contato com um mundo quase infinito de possibilidades que não enxergaríamos sozinhos”, complementa.

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O Ranking 100 Open Startups, que utiliza critérios objetivos, vinculados estritamente às relações de negócios estabelecidas entre startups e médias e grandes empresas – aquelas com mais de 100 funcionários ou faturamento superior a R$ 100 milhões no ano – divide as empresas em 24 categorias. Veja, a seguir, o Top 1 de cada uma delas:

BMG – Serviços Financeiros
ArcelorMittal – Mineração e Metais
EDP – Energia
Natura – Cosméticos
Andrade Gutierrez – Indústria da Construção
GPA – Varejo
BASF – Indústria Química
Hospital Israelita Albert Einstein – Serviços de Saúde
Accenture – Tecnologia da Informação e Serviços
Unilever – Bens de Consumo
Bosch – Indústria Automotiva
Cogna – Serviços de Educação
Klabin – Papel e Celulose
Porto Seguro – Seguros
TOTVS – Software
Tegma – Transporte e Logística
Cyrella – Imobiliário
Algar Telecom – Telecomunicações
Positivo Tecnologia – Eletroeletrônicos
Roche – Farmacêutico
Iguá Saneamento – Saneamento
GJP Hotels & Resorts – Lazer, viagens e turismo
Loft – Indústria Digital

Em 2016, quando foi publicada a primeira lista, o mercado brasileiro possuía 82 empresas, 108 startups e 859 relacionamentos de open innovation. Atualmente, o mercado conta com mais de 1.600 empresas e acumula 2.018 startups que fizeram open innovation no país no último ano, realizando 12.436 negócios. De acordo com a plataforma, os setores que mais atuam com inovação aberta no Brasil são serviços financeiros, energia e alimentos e bebidas. Outro índice que mostra a importância da iniciativa é que as startups que se relacionam com grandes empresas captam 85% mais investimentos do que aquelas sem nenhum tipo de relação.

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