E-commerce global pode movimentar US$ 3,4 tri em 2025, retailtechs & Muito Mais

Veja as novidades de tecnologia, inovação e transformação digital .

Gabriela Arbex
Compartilhe esta publicação:

Acessibilidade


TENDÊNCIAS INTERNACIONAIS

E-commerce global pode movimentar US$ 3,4 trilhões em 2025

A pandemia de Covid-19 acelerou a mudança das lojas físicas para virtuais. Esse boom de vendas online causou um aumento expressivo no número de usuários e na receita. De acordo com os dados apresentados pela consultoria italiana Finaria.it, o número de usuários de comércio eletrônico aumentou 9,5% na comparação anual em meio ao surto de coronavírus e atingiu mais de 3,4 bilhões em 2020. A tendência de aumento deve continuar este ano, com o número crescendo 10%, para 3,8 bilhões.

Esse novo contingente de compradores online se refletiu no aumento de receita: o incremento foi de 25%, para US$ 2,43 trilhões em 2020. Muitas plataformas de varejo testemunharam um aumento de tráfego sem precedentes no ano passado, ultrapassando até mesmo os picos das temporadas de férias. As estatísticas mostram que as receitas globais de comércio eletrônico devem chegar a mais de US$ 2,7 trilhões em 2021 e continuar subindo para US$ 3,4 trilhões em 2025.

O setor de moda é o mais representativo nas compras online, com expectativa de gerar US$ 759,5 bilhões de receita em 2021, um aumento de 15%. Nos próximos quatro anos, as vendas online de vestuário e acessórios devem atingir a marca de US$ 1 trilhão. Com US$ 590,7 bilhões de receita prevista para este ano – ou 12% de incremento – a categoria de brinquedos e hobbies foi classificada como a segunda maior no universo online. Espera-se que esse número chegue a US$ 766,8 bilhões em 2025. O levantamento também mostrou que as duas categorias devem gerar um terço das receitas globais de comércio eletrônico este ano.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

Siga todas as novidades do Forbes Tech no Telegram

Organizações prontas para o digital podem contribuir com US$ 5 tri para o crescimento mundial

A adoção de soluções digitais na pandemia e as novas formas mais ágeis de operação, se aplicadas de forma ampla, poderão permitir que as empresas destravem US$ 5,4 trilhões em crescimento rentável, de acordo com o novo estudo da Accenture. Com base num levantamento global realizado com 1.100 executivos de alto escalão e dados financeiros com validação externa, o estudo analisou o impacto da obtenção de níveis progressivos de maturidade das operações de negócios. Quanto mais maduras, maior o nível das capacidades digitais das empresas, como inteligência artificial (IA), nuvem e data analytics.

As conclusões da Accenture indicam que até mesmo no atual cenário de incerteza econômica, um pequeno grupo formado por empresas espalhadas pelo mundo todo – cerca de 7% – praticamente dobrou a sua eficiência e aumentou em três vezes a lucratividade em relação aos seus concorrentes. No Brasil, as organizações que estão prontas para o futuro (ou “future-ready”, em inglês) devem representar 42% do total de empresas no país até 2023 – um aumento de 21 vezes sobre os 2% atuais.

“Com as incertezas atuais passamos a valorizar ainda mais as formas diferentes e ágeis de fazer as coisas, reforçando a ideia de que as operações podem ser verdadeiras catalisadoras para a vantagem competitiva, valor transformacional e crescimento”, afirma Manish Sharma, diretor geral da Accenture Operations. “Mas isso só dá certo quando as empresas pensam grande – transformando a maneira como o trabalho é realizado em termos de tecnologia, processos e pessoas.”

****
TENDÊNCIAS NACIONAIS

Startups do varejo têm o melhor ano da história

As retailtechs, como são chamadas as startups dedicadas à transformação digital do varejo, captaram US$ 678 milhões em 2020, volume recorde distribuído em 40 rodadas. O montante acumulado ao longo dos últimos 12 meses é 30% superior ao volume investido no setor em 2019, ano que atingiu a marca de US$ 521 milhões. Os dados são do Inside Retailtech Report, levantamento mensal realizado pelo Distrito Dataminer, braço de inteligência de mercado da empresa de inovação aberta Distrito.

Em dezembro, uma das startups que receberam investimento foi a Dolado, plataforma que tem como objetivo digitalizar pequenas e médias empresas, apresentando ao consumidor comércios do entorno. A retailtech captou US$ 2,2 milhões em uma rodada liderada pela Valor Capital Group, que ainda contou com Global Founders Capital, Provence, Norte Capital e outros investidores anjo.

No ano passado, o setor também alcançou um recorde no número de fusões e aquisições – 18, sete a mais do que em 2019. Entre eles, a aquisição da plataforma de pagamentos Vindi pela Locaweb A transação foi realizada em outubro, com valor de US$ 32,3 milhões.

De acordo com o levantamento, o Brasil conta hoje com 731 retailtechs. A maior parte delas é voltada para soluções focadas na operação do varejo (28,5%). A segunda categoria que mais reúne startups é a de e-commerce (22,7%), seguidas por aquelas que atuam no engajamento do consumidor (17,5%). O estudo aponta, ainda, que em 2021 as startups que atuam com e-commerce novamente irão repetir o feito do último ano e continuar como o destaque do setor. O estudo estima que pelo menos 20 aportes em estágios avançados (Series A e superiores) devam ocorrer no setor ainda este ano. Além disso, a expectativa é que o tíquete médio destas rodadas continue a aumentar.

Getty Images

Pandemia travou carreira das mulheres em tecnologia

No início do isolamento social, criou-se a expectativa de que o confinamento poderia diminuir a desigualdade entre homens e mulheres na indústria tecnológica ao, supostamente, nivelar as condições de planejamento social e familiar. Porém, preconceitos enraizados sobre disponibilidade de carreira e longevidade dificultam este avanço.

Um estudo realizado pela Kaspersky, empresa internacional de cibersegurança, revelou que boa parcela das profissionais brasileiras reforçaram a preferência pela casa em relação ao escritório (42,6%). Além de eficiência, o sistema de home office também oferece maior autonomia, segundo quase 45% das entrevistadas.

Porém, os resultados mais preocupantes mostram que trabalhar em casa não está tendo o impacto desejado no avanço social. Quase metade (46%) das brasileiras afirma que, desde março do ano passado, tem lutado para combinar trabalho e vida familiar, proporção que segue uma tendência global. Entre as funções cotidianas que estariam prejudicando a produtividade ou o avanço na carreira dessas mulheres, 67,6% alegaram ter feito a maior parte da faxina doméstica, 78% disseram ser responsáveis pela educação domiciliar e quase metade afirmou ter feito mais ajustes à jornada de trabalho do que o seu parceiro. Como resultado, 40,4% das brasileiras entrevistadas acreditam que os efeitos da Covid-19, em vez de melhorar, atrasaram seu crescimento profissional. Embora não sejam exclusivos da indústria tecnológica, esses exemplos de disparidade apontam para uma barreira que impede as mulheres de tirarem proveito da mudança para o home office.

Mercado de beleza cresce no Brasil durante isolamento social

Um levantamento feito pelo GetNinjas, aplicativo de contratação de serviços, a demanda pela categoria moda e beleza contabilizou mais de 200 mil solicitações em 2020. Tal número representa um aumento de 54% nas buscas em comparação com 2019. Em detalhes, os profissionais mais buscados na categoria foram manicures/pedicures e cabeleireiros. O app também contabilizou mais de 20 mil pedidos em dezembro, mês que representou o pico de demanda. Em geral, esse é o período com maior número de pedidos devido às festas de final de ano.

O cenário, porém, foi um pouco diferente para os cabeleireiros durante a pandemia. Ao contrário de outras categorias que contabilizaram as maiores quedas em abril do ano passado, foi este o mês com mais buscas online pelo serviço. Foram mais de 4 mil pedidos, com foco no atendimento em domicílio para esse tipo de profissional – período em que os salões de beleza estavam fechados em diversas regiões do país. Segundo o Euromonitor International, o Brasil é o quarto maior mercado de beleza e cuidados pessoais do mundo.

Faturamento no mercado brasileiro de games cresce 140% no ecossistema Visa

O mercado brasileiro de games, que já vinha numa crescente nos últimos anos, registrou aumento exponencial em 2020. Segundo dados da Visa Consulting & Analytics, as transações de cartões da bandeira realizadas nas principais plataformas e consoles de jogos no último ano cresceram 140% em volume em relação à 2019. É possível também ver um aumento de 105% na quantidade de cartões realizando compras de jogos ou extensões, quando comparamos o período entre outubro de 2019 e setembro de 2020.

O alcance de negócios desse mercado cresce, principalmente, pela oferta de soluções diferenciadas, capazes de atender jogadores profissionais e os novos gamers (jogadores ocasionais), ao passo que as pessoas precisaram ficar em casa. O destaque dessa movimentação e aumento do volume de compras no mercado de games fica com os consumidores de alta renda: movimentaram 45% do total de transações entre abril e setembro do ano passado. No mês de setembro, inclusive, foi registrado um aumento de 35% nas transações entre os clientes de alta renda em comparação com o mesmo mês de 2019. Esse volume contribuiu para um aumento de 33% no faturamento daquele mês.

Apesar de o tíquete médio ter se mantido estável ao longo de 2020, em torno de R$ 51, é possível ver alguns picos como no mês de março, início da pandemia no Brasil, quando superou R$ 56. “Mesmo que a flutuação do câmbio tenha sido bastante considerável durante o ano, o volume de transações de cada mês, entre maio e setembro de 2020, superou o mês de dezembro de 2019, quando o faturamento costuma crescer por conta das festas de fim de ano”, diz Oscar Pettezzoni, diretor da Visa Consulting & Analytics.

****
O QUE MAIS ESTÁ ACONTECENDO NO ECOSSISTEMA

Loja física mais digital

A Americanas está lançando em seu aplicativo móvel uma nova função que amplia a experiência de compra nas lojas físicas. Agora, o cliente que estiver em uma das 1.700 unidades da Americanas e acessar a função “Modo Loja” no app da marca terá acesso aos encartes e produtos disponíveis daquela unidade, por meio de geolocalização (GPS). É possível também ativar descontos exclusivos nas lojas, além de usar a câmera do celular para escanear o código de barras do produto para consultar o preço. O “Modo Loja” torna, assim, a experiência de compra mais conveniente. A ideia é expandir os serviços ao longo de 2021 para facilitar a realização de troca de produtos, emissão de segunda via de notas fiscais e realização de lista de compras entre outras funcionalidades.

BRF vai investir R$ 45 milhões em laboratórios de qualidade

A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, planeja investir cerca de R$ 45 milhões nos próximos três anos nos 31 laboratórios de qualidade próprios que mantém distribuídos pelos países em que atua. Os investimentos serão destinados para projetos estratégicos e de tecnologia, ampliação da capacidade e modernização das estruturas para consolidar-se como referência em segurança dos alimentos. Essas unidades monitoram toda a cadeia produtiva, desde o campo até a mesa do consumidor, através de cerca de 4 milhões de análises por ano. Cada região onde há produção da BRF é atendida por um laboratório com equipe multidisciplinar: são médicos veterinários, biólogos, químicos, engenheiros de alimentos, administradores, farmacêuticos, biotecnologistas, biomédicos e outros.

Magalu quer multiplicar micros e pequenos varejistas em sua plataforma

O Magalu lançou no início da semana uma campanha para atrair pequenos varejistas de todo o país para o Parceiro Magalu. A iniciativa foi implementada durante a pandemia para ajudar os lojistas analógicos que precisaram fechar suas portas e, hoje, já conta com mais de 40.000 sellers. Estrelada por Luciano Huck, a campanha lista os benefícios de fazer parte da plataforma: acesso aos milhões de clientes da companhia, serviços de logística, financeiro e de publicidade. Desde seu lançamento, o marketplace ganhou uma série de recursos, como o “Comércio Local”. No app, o cliente consegue ver quem são os pequenos varejistas da sua região que estão na plataforma do Magalu. Vendendo localmente, o comerciante pode fazer entrega de forma direta para o consumidor, de maneira mais rápida e barata. Atualmente, 75% dos pedidos vendidos pelo Parceiro Magalu têm frete grátis – considerando entrega local ou nacional.

Elo7 anuncia aquisição da Lá Vem Bebê

O Elo 7 anunciou ontem (26) a aquisição da Lá Vem Bebê, site pioneiro em chás de bebê online. Com a compra, o marketplace de produtos criativos amplia sua atuação no mercado para oferecer serviços que tornam a experiência do consumidor completa, além de reforçar uma série de ações conjuntas de marketing e tecnologia com destaque em produtos personalizados para momentos únicos. Este é o segundo investimento do Elo7 em menos de seis meses. Em agosto do ano passado, a companhia anunciou um aporte na Wedy, plataforma de organização de casamentos, categoria responsável por 10% do volume de vendas do marketplace.

Divulgação

Vivo anuncia fibra em Trancoso

Um dos destinos mais procurados por turistas, Trancoso, no litoral Sul da Bahia, agora conta com a rede de fibra da Vivo, com planos de internet de até 300 Mega de velocidade. Também chegou à região a plataforma de TV e vídeo da operadora, com mais de 100 canais HD, 78 canais ao vivo, filmes e séries sob demanda e acesso integrado à Netflix, YouTube e Amazon Prime Video. A tecnologia já está disponível em diversos pontos do litoral e chegará no Quadrado e ao centro até o final de fevereiro. O novo serviço atenderá condomínios, pousadas, hotéis, comércio e empresas locais.

****
CAPTAÇÃO

bxblue recebe aporte Series A de R$ 38 milhões

A fintech de empréstimos consignados bxblue começou o ano com um aporte Series A de R$ 38 milhões liderado pela Igah,Ventures, gestora de investimentos com foco em negócios disruptivos no Brasil e América Latina. A rodada teve ainda a participação de outros fundos de investimento, como Iporanga Ventures, FJ Labs e Funders Club. O montante será utilizado para ampliação da equipe, desenvolvimento de novas ferramentas no produto e integração com novos bancos. A expectativa da empresa é quintuplicar a receita ao longo de 2021 com o impulsionamento da nova rodada. Desde o início de sua operação e primeiros investimentos, a startup já intermediou mais de R$ 500 milhões em contratos de empréstimo consignado.

Comitê de fintechs da Bossa Nova investe na M&ATech Stark

A Stark, considerada a primeira M&ATech do Brasil, anunciou o recebimento de um investimento seed money da Bossa Nova. Os recursos foram levantados pelo comitê de investimentos, criado pela investidora, sob liderança de João Bezerra, ex-CTO do Banco Itaú. A Stark conecta investidores e empresários do middle-market com faturamento anual acima de R$ 20 milhões – para empresas de tecnologia a régua é de R$ 12 milhões – dispostos a avaliar propostas de investimento, fusão ou aquisição. “Vimos a tecnologia causando disrupção em diversos nichos do mercado financeiro enquanto os processos de M&A ainda eram conduzidos de forma ineficiente, lenta e cara por boutiques e bancos de investimentos. Digitalizar este mercado passou a ser nossa obsessão. Hoje, a plataforma já consegue reduzir o tempo de roadshow de três meses para menos de uma semana”, diz o cofundador e CEO da empresa, João Vitor Carminatti. Em cinco meses, a Stark assessorou o fechamento de cinco transações, que totalizaram R$ 130 milhões. Também cadastrou 190 teses com critérios de investimento dos principais fundos de venture capital, private equity e grandes empresas, que somam R$ 10,8 bilhões disponíveis para fusões e aquisições de empresas no Brasil.

****
ACELERAÇÃO

Empresa brasileira de implementos inaugura hub de inovação

O campus de inovação ONOVOLAB, em São Carlos, no interior paulista, anunciou a inauguração do novo hub de tecnologia e inovação da Piccin Tecnologia Agrícola. Para o CEO da empresa, Camilo Ramos, criar esse espaço no campus é um importante passo na estratégia de transformação digital da companhia. “Passamos por importantes mudanças de gestão e estratégia no último ano. Assim, de maio para cá, começamos a escrever uma nova fase para a empresa”, diz ele, que já vinha mantendo um olhar especial para questões como inteligência artificial e robotização de algumas células de produção. Porém, a diretoria entendeu que para todo esse processo se converter em resultados era necessário primeiro a mudança da cultura do negócio para um modelo de empresa ambidestra, onde premissas de um modelo tradicional trabalham simultaneamente com premissas de um modelo de gestão de startups, ou seja com grande incentivo a inovação e gestão ágil. O ONOVOLAB sedia atualmente mais de 70 startups e diversas empresas que buscam inovação, entre elas Mapfre, Electrolux, Roche, Santander e Ambev.

****
CRESCIMENTO

Marketplace para moda atacadista tem crescimento de quase 400%

O houpa!, marketplace brasileiro totalmente gratuito para o mercado de moda atacadista, registrou aumento de 395,57% nas vendas para as lojas parceiras entre os meses de novembro de 2019 e 2020. Já no último trimestre de 2020, o incremento foi de 197,54% nas operações da plataforma.

Divulgação
Divulgação

Crédito: Victor Castro

ClapMe cresce 150% e dá as boas-vindas à Henri Karam

Em um ano no qual as transmissões ao vivo pela web se tornaram essenciais, o ClapMe registrou crescimento de 150% no faturamento. Foram mais de 600 lives em diferentes formatos para artistas, influenciadores e marcas no ano passado, além da criação e produção de conteúdo próprio e desenvolvimento de plataformas OTT’s. Para ampliar a presença no mercado e desenvolver novos negócios, a empresa começou o ano com a chegada de Henri Karam (foto), ex-diretor da CNN Brasil, no cargo de COO (Chief Operating Officer), para comandar as áreas de conteúdo, atendimento e operações. “Mais do que o crescimento, o ano de 2020 foi muito importante na nossa prospecção de talentos. O nosso discurso e os nossos desafios passaram a fazer mais sentido para o mercado e, assim, conseguimos trazer muitos talentos com experiência de mercado para o negócio. O Henri é um deles e traz uma experiência gigantesca de TV e uma vontade enorme de desbravar novos horizontes no digital”, diz o CEO Filipe Callil.

****
TECNOLOGIA DO BEM

Divulgação

Plataforma de doações ajuda comunidades ribeirinhas indígenas e isoladas do AM

Diante do caos sanitário e humanitário enfrentado pelo estado, a Aliança Covid Amazonas está reforçando sua mobilização para minimizar os impactos, com o pedido de doações de recursos e materiais. Desde abril do ano passado, a entidade, coordenada pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS), já beneficiou mais de 350 mil pessoas na região com o apoio estratégico da Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Amazonas (Sema). A força-tarefa conta com um recurso essencial para ampliar sua atuação: a BSocial, plataforma que atua como ponte entre doadores e aqueles que necessitam de doação. Até outubro de 2020, a iniciativa arrecadou R$ 32 milhões em recursos financeiros e 7,9 milhões em equipamentos e materiais. Com esses recursos foi possível fazer doações de medicamentos, Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), testes rápidos, oxímetros, termômetros, máscaras, medidores de pressão, álcool gel e kits de higiene e remédios.

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Siga Forbes Money no Telegram e tenha acesso a notícias do mercado financeiro em primeira mão

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

Compartilhe esta publicação: