Pagamentos digitais em alta, problemas na nuvem, TransferWise, iFood & Muito Mais

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Gabriela Arbex
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TENDÊNCIAS INTERNACIONAIS

Pagamentos digitais devem movimentar US$ 6,6 trilhões em 2021

Mesmo antes da pandemia, os pagamentos digitais já haviam se tornado uma alternativa atraente para bilhões de pessoas. No entanto, com as regras de distanciamento social em vigor, cada vez mais gente, em países desenvolvidos e emergentes, começou a aderir à modalidade como uma forma mais segura de administrar seu dinheiro. Segundo dados da consultoria italiana Finaria.it, a indústria global de pagamentos digitais deve movimentar US$ 6,6 trilhões em 2021, um aumento de 40% em dois anos.

Essa indústria presenciou muitas inovações nos últimos anos, incluindo carteiras móveis, pagamentos P2P, pagamentos em tempo real e criptomoedas. As novas operações – sem dinheiro e simples – conquistaram muitos usuários. Grandes empresas, como Amazon, PayPal, Apple e Facebook, estão continuamente investindo quantias significativas de dinheiro em soluções de pagamento online e móveis. O desenvolvimento contínuo de lojas online separadas para ecossistemas integrados de compras também criou espaço para novos modelos de negócios e oportunidades para métodos de pagamentos digitais.

Em 2017, todo o setor movimentava US$ 3 trilhões, segundo a Statista. No final de 2019, esse número saltou 55%, para mais de US$ 4,7 trilhões, e continuou crescendo. As estatísticas mostram que a indústria global de pagamentos digitais atingiu o valor de US$ 5,4 trilhões em 2020, um aumento de quase 16% ano a ano. A expectativa é que o setor continue crescendo em 2021, com o valor das transações aumentando em 22%, para mais de US$ 6,6 trilhões. Nos próximos quatro anos, o mercado de pagamentos digitais deverá atingir o valor de US$ 10,5 trilhões.

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Com as transações globais no comércio eletrônico ao redor de US$ 4,2 trilhões em 2021, o segmento deve representar, de longe, a maior parcela do mercado total de pagamentos digitais.

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TENDÊNCIAS REGIONAIS

Getty Images

Empresas têm dificuldades em seus processos de migração para a nuvem

Um novo levantamento da Accenture revelou que, apesar de anos de dedicação, muitas empresas ainda têm dificuldades para acessar todo o valor de seus investimentos na nuvem. O estudo “Sky High Hopes: Navigating the Barriers to Maximize Cloud Value” colheu informações de 750 profissionais de negócios e de TI que ocupam cargos de liderança em grandes empresas espalhadas por 11 indústrias e 17 países. Os resultados mostraram que apenas 37% das empresas estão de fato alcançando o valor total esperado de seus investimentos na nuvem – um aumento de meros 2% em relação ao estudo original, feito pela consultoria em 2018.

Ainda que a realização de valor tenha chegado a níveis inéditos, apenas 45% dos líderes de negócios e de TI afirmam estar “muito satisfeitos” com seus resultados na nuvem, número apenas 1% acima do de 2018. Além disso, somente 29% acreditam firmemente que as iniciativas de migração para a nuvem de suas empresas irão entregar o valor esperado no tempo previsto.

Embora a maioria das empresas não tenha alcançado completamente os resultados esperados com a nuvem, o estudo revelou que a América Latina reportou a maior média em termos de velocidade, resiliência e continuidade. A região também lidera com mais da metade dos entrevistados reportando que 75% do fluxo de trabalho está na nuvem e o maior percentual geral de adoção de nuvem (60,5%).

Ainda entre os países latino-americanos, 97% dos executivos avaliam a nuvem como um componente crítico para alcançar suas metas sustentáveis em grau moderado/alto, enquanto 71% deles consideram como ótimo nível e apenas 3% como baixo.

O levantamento também analisou os fatores que podem estar atrapalhando as empresas na hora de impulsionar seus planos e objetivos relacionados à nuvem. Entre os principais obstáculos percebidos, 54% dos CEOs apontaram a falta de habilidades como sendo a principal. Em seguida, vieram riscos de segurança e de compliance (46%), seguidos por infraestrutura legada e dispersão da aplicação e falta de alinhamento entre TI e o negócio (ambos com 40%).

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TENDÊNCIAS NACIONAIS

Startups arrecadam US$ 633 milhões em janeiro

As startups brasileiras já captaram, no primeiro mês do ano, US$ 633 milhões de acordo com o Inside Venture Capital, mapeamento mensal que mostra estatísticas e insights sobre o mercado de investimentos elaborado pela Distrito Dataminer, braço de inteligência de mercado da empresa de inovação aberta Distrito. Esse volume é 185% maior do que no mesmo período de 2020, quando a captação foi de US$ 221 milhões – já um recorde na época. Grande parte desse montante se deve ao Nubank, que recebeu um aporte de US$ 400 milhões numa rodada Series G.

Além das fintechs, que arrecadaram o maior volume em dólares – US$ 411 milhões em oito aportes –, os setores de retailtech e TI também mostraram-se promissores. O primeiro foi responsável por aportes de US$ 197 milhões US$ 190 milhões só na MadeiraMadeira – enquanto o segundo recebeu US$ 7 milhões numa única rodada da startup Knewin.

Entre as rodadas em estágios iniciais realizadas em janeiro, destaque para a Ecotrace, que recebeu um aporte de US$ 546 mil, volume liderado pela gestora KPTL. A startup faz uso de blockchain e de IoT para fornecer soluções de rastreabilidade para o agronegócio. Outro investimento mencionado no estudo foi o da Vox Capital na healthtech WeCancer, que possibilita o acompanhamento remoto de pacientes com câncer. O aporte, no entanto, não teve seu valor divulgado.

LEIA MAIS: Nubank levanta US$ 400 milhões e atinge valuation de gigantes

Home office fez ameaças cibernéticas saltarem de 15 para 75 milhões

Cerca de 46% das empresas nacionais passaram a atuar em home office com a pandemia de Covid-19, o que contribuiu diretamente para a exposição de dados pessoais e empresariais na internet e, consequentemente, para o aumento no número de cibercrimes.

Em janeiro de 2020, antes portanto do isolamento social, foram registrados menos de 15 milhões de ameaças cibernéticas, enquanto no final do ano o número chegou próximo aos 75 milhões. Os números foram revelados por um relatório da Apura Cybersecurity Intelligence, especialista em proteção e prevenção a cibercrimes, que traz um balanço dos ataques cibernéticos em 2020 e o que esperar em 2021.

Durante o primeiro semestre de 2020, auge das medidas de isolamento em todo o mundo, houve um aumento de quase 50% em incidentes suspeitos de Internet das Coisas (IoT) em residências, e boa parte desses problemas poderiam ter sido evitados ou resolvidos. Segundo a Apura, a porta de entrada dos criminosos para conquistarem o acesso a dados geralmente são imagens, arquivos, e-mails, postagens em redes sociais, fóruns e aplicativos de mensagens.
Para 2021, o cenário não aparenta apresentar mudanças significativas. Com a segunda onda da pandemia de Covid-19, muitas empresas manterão seus funcionários em casa e a tendência é que os ataques cibernéticos continuem em uma crescente. Outro fator que deve ser fundamental é o aumento de dispositivos com IoT, em especial com a chegada da rede 5G, que fará com que mais e mais produtos estejam online e possam ser passíveis de ataques.

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O QUE MAIS ESTÁ ACONTECENDO NO ECOSSISTEMA

TransferWise e Visa anunciam parceria global

Foi anunciada ontem (2) uma parceria global entre a Visa e a TransferWise e o primeiro uso do Visa Cloud Connect, uma nova maneira para fintechs e parceiros se conectarem com segurança à VisaNet, a rede de processamento global da Visa, por meio de nuvem pública. O espaço é a base do novo acordo global entre as duas empresas, que permitirá a expansão dos cartões de débito da conta multimoeda da TransferWise para algumas regiões, incluindo a América Latina. Esse tipo de conta permite que consumidores e empresas mantenham e convertam 55 moedas pela taxa de câmbio real. Já o cartão de débito multimoeda possibilita que os consumidores usem os saldos disponíveis em qualquer moeda em compras ou saques. “Temos trabalhado para remover fronteiras nas redes financeiras do mundo. Os cartões devem funcionar da mesma forma sem fronteiras também. Estamos entusiasmados em ver como o resultado de nossa colaboração afeta a próxima geração de instituições financeiras multinacionais em todo o mundo”, disse Kristo Käärmann, cofundador e CEO da TransferWise.

LEIA MAIS: BREAKING: Transferwise contrata ex-EBANX para liderar expansão no Brasil

Divulgação

123Seguro adquire Seguro com você e anuncia chegada ao Brasil

A insurtech latino-americana 123Seguro anunciou hoje (3) seu desembarque no Brasil por meio da aquisição da corretora digital Seguro.com.vc. “Chegar ao território brasileiro sempre foi um desafio para nós, visto que é um mercado com grande potencial e oportunidades para o setor de seguros. Encerramos o ano de consolidação do setor na região e entramos em 2021 com a expansão definitiva”, afirmou Martin Ferrari, CEO e cofundador da 123Seguro. A Seguro.com.vc combina anos de experiência como corretora de seguros com ferramentas tecnológicas e convênios com 13 seguradoras no Brasil. Com a operação, a 123Seguro ampliará sua oferta de seguros de vida, comercial e de automóveis, além de sua capacidade de trabalhar com as maiores seguradoras do mercado brasileiro.

Juntos Somos Mais faz sua segunda aquisição

A Juntos Somos Mais, startup que tem como acionistas Votorantim Cimentos, Gerdau e Tigre, anunciou um novo investimento. Quatro meses depois da aquisição total do marketplace de serviços Triider, que conecta clientes com profissionais qualificados do mercado da construção civil para pequenas e médias reformas, a empresa anuncia um investimento com opção de aquisição minoritária na Conecta Reforma, startup que faz um match parecido, mas para grandes reformas. No Brasil, o varejo de construção movimenta aproximadamente R$ 225 bilhões ao ano com 136 mil lojas e 4,6 milhões de profissionais. Para fazer frente ao seu propósito de fortalecer o segmento, a Juntos Somos Mais desenvolveu um ecossistema que já conta com mais de 25 indústrias da construção e empresas de serviços e 500 mil membros – lojistas, vendedores e profissionais. “O investimento na Conecta Reforma representa mais um passo do plano de transformar a experiência do consumidor com reformas e o setor da construção civil, alinhando a força dos varejistas e profissionais da obra com a tecnologia”, afirma Nicolas Scridelli, head de soluções da empresa. A transação foi finalizada no último dia 28 de janeiro e não teve seu valor revelado, mas faz parte do plano de investir do seu caixa mais de R$ 50 milhões nos próximos dois anos para se tornar o maior marketplace de serviços para construção do país.

Telhanorte inicia entregas por meio de carro 100% elétrico

A rede de materiais de construção Telhanorte anunciou que vai usar um veículo 100% elétrico para a realização de suas entregas. A iniciativa teve início em São Paulo, com o delivery das compras realizadas via e-commerce, tendo como ponto de partida a unidade Telhanorte Marginal, localizada na zona norte. Além de contribuir para a diminuição na emissão de componentes danosos ao meio ambiente, a iniciativa traz ganhos operacionais para a varejista: o carro é elétrico é liberado do rodízio municipal, tem baixo custo de manutenção e oferece inteligência logística a partir de controle digital por meio de aplicativo, com a possibilidade de identificar o consumo, autonomia, programar novas recargas, estudar locais estratégicos para carregamentos, entre outras funcionalidades. “Estamos avaliando a performance para que possamos, a médio prazo, incorporar a medida em outras lojas da rede. É importante observar que não tivemos custos adicionais para a implementação do veículo em nossa operação, uma ação sustentável, econômica e inovadora em que todos saem ganhando, principalmente o meio ambiente”, diz Michelle Oliveira, diretora de logística da Telhanorte, explicando que o projeto foi desenvolvido em parceria com a Osten Fleet, empresa que atua de forma personalizada com locação de veículos e é especialista em gestão de frotas.

Arezzo&CO aposta em nuvem híbrida para seguir crescendo

A Arezzo&CO, empresa de calçados, bolsas e acessórios femininos, aderiu à tecnologia de nuvem da IBM para oferecer uma experiência de compra mais rápida em qualquer canal de vendas. Detentora das marcas Arezzo, Schutz, Anacapri, Alexandre Birman, Fiever e Vans no Brasil – além das recém-adquiridas Grupo Reserva e Troc -, a companhia está expandindo seu portifólio no território nacional. Com mais de 700 lojas (próprias e franquias) distribuídas pelo Brasil, o grupo precisava de uma infraestrutura tecnológica de nível empresarial para atender à crescente demanda por seus produtos e permitir que seus clientes pudessem continuar comprando pelo e-commerce – canal que foi ganhando ainda mais destaque ao longo de 2020 e já soma 10 milhões de clientes. A IBM ajudou a Arezzo a transformar e adotar uma abordagem de nuvem híbrida ao migrar aplicações de missão crítica para o IBM Cloud. Ao modernizar cargas de trabalho-chave, como processos de vendas e controle de inventário, a companhia consegue oferecer mais agilidade e flexibilidade à estratégia de omnichannel do grupo.

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CAPTAÇÃO

Pink Farms anuncia crowdfunding para captar R$ 4 milhões

A fazenda urbana vertical Pink Farms anunciou uma nova rodada de captação com a SMU, uma das principais plataformas de crowdfunding do país. A campanha terá a duração de 30 dias e busca atingir R$ 4 milhões, recursos que serão utilizados na expansão de área produtiva, pesquisa e desenvolvimento de novas culturas, marketing, fortalecimento do time comercial e ampliação do time de engenharia para projetos de fazendas maiores, com possibilidade de escalabilidade para todo o país. Também está prevista a criação de uma loja conceito com perfil inédito de consumo table-to-farm, em que a produção é consumida no próprio local de cultivo.

Divulgação

Onfly capta R$ 2 milhões

A Onfly, startup mineira de viagens corporativas e gestão de despesas, acaba de anunciar o recebimento de um aporte de R$ 2 milhões da Cedro Capital, gestora de recursos com foco de atuação na região central do Brasil. Os recursos vão fornecer à empresa a liquidez necessária para sua trajetória de crescimento e o incremento dos investimentos em tecnologia. A expectativa é movimentar R$ 45 milhões em viagens este ano, volume cinco vezes maior do que o ano passado, que fechou em R$ 8,5 milhões. “Acreditamos em um crescimento exponencial, principalmente no segundo semestre. Trabalhamos na evolução constante da plataforma com o lançamento de quatro a cinco novas funcionalidades por mês, estamos contratando profissionais de tecnologia, marketing, vendas e automatizando os processos operacionais. Até 2025 esperamos um faturamento de R$ 1 bilhão, de olho no volume da Decolar e Booking. Atualmente há um grande volume de viagens corporativas compradas nas OTAs – agências de turismo online – e nos sites das companhias aéreas. Estes portais foram feitos para atender o mercado de lazer e não o cliente corporativo, que tem necessidades específicas”, diz Marcelo Linhares, cofundador da startup.

Play2Sell levanta R$ 2 milhões

Em uma rodada que uniu crowdfunding e associação de investidores como a Poli Angels, a salestech brasileira Play2Sell, fundada em 2018, acaba de anunciar uma captação de R$ 2 milhões. Proprietária de uma plataforma especializada no treinamento de vendedores por meio de games, a empresa brasileira já possui uma relevante participação no mercado imobiliário com clientes como MRV, Lopes, Remax, Direcional, Eztec e Helbor, entre outros. De acordo com Felipe dos Santos, CEO e fundador da empresa, a nova rodada tem como objetivo principal a expansão da operação de suas soluções em diversos segmentos econômicos, além de implementar melhorias no produto. “Queremos ampliar nossa presença no mercado, atingindo principalmente o varejo e as indústrias automotiva, farmacêutica e manufatureira. São setores que também demandam maior qualificação e conhecimento dos vendedores, uma vez que atendem clientes mais exigentes e bem informados. Para isso, nada melhor do que capacitar esses profissionais de uma maneira leve e engajadora, capaz de trazer resultados melhores”, afirma.

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CRESCIMENTO

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Mercado pet cresce 60% no iFood

A busca por produtos para pets cresceu 60% em dezembro de 2020 na plataforma de delivery iFood na comparação com novembro. A Cobasi, que ingressou no mês de outubro e hoje tem mais de 100 lojas cadastradas no aplicativo, cresceu 100% no mesmo período (dezembro em relação a novembro). “O objetivo da Cobasi é ampliar as ofertas de canais para oferecer aos consumidores nosso portfólio de produtos e o iFood vem ao encontro dessa estratégia por ter uma grande base de clientes, capilaridade de entrega e eficiência logística”, diz Diogo Mattar, gerente de marketplace & omnichannel da Cobasi. Segundo pesquisa da Euromonitor International, o Brasil já é o segundo maior mercado de produtos pet, com 6,4% de participação global.

LEIA TAMBÉM: Empresa reinventa a cerca invisível e revoluciona mercado de pets

Edtech de cursos online cresce 200% durante a pandemia

A startup mineira Nubbi aproveitou o boom do ensino à distância durante a pandemia para vender, ao longo de 2020, mais de R$ 5 milhões em serviços B2B e B2C – um volume 200% maior na comparação com o período anterior. Para clientes pessoa jurídica, a empresa oferece projetos especiais e a plataforma Leveduca. Já para clientes físicos, o portifólio inclui cursos avulsos e planos de assinaturas mensais. A previsão para 2021 é que o faturamento triplique.

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ACELERAÇÃO

Startups aceleradas pelo Sistema Fiep vão receber investimento da Petrobras

O primeiro semestre de 2021 será de muito trabalho para a Exy e a GTI IT Solutions. Aceleradas pelo Sistema Fiep, as startups foram selecionadas em edital da Petrobras e vão receber, cada uma, R$ 60 mil para aprimorar projetos que oferecem soluções inovadoras para desafios propostos pela instituição. Com a utilização de exoesqueletos industriais, a Exy foi selecionada para atender o desafio que pedia por soluções para “redução da quantidade de lesões por esforço excessivo ou fadiga em atividades repetitivas, que exijam posições que não sejam ergonômicas ou que exijam força física”. “O equipamento que desenvolvemos, que já é vendido comercialmente, proporciona uma redução de até 30% no esforço dos operadores. No entanto, entendemos que ele não atende todas as atividades referidas, podendo ser necessária uma revisão para atender às demandas da Petrobras”, explica Alfredo Marczynski, CEO da Exy. Já a GTI IT Solutions foi selecionada para atender o desafio de “aumentar a eficiência da manutenção de equipamentos laboratoriais, tais como cromatógrafo, espectômetros, permeabilímetro, analisador, tomógrafo”. De acordo com Maurício Doebeli, CEO da startup, após a aprovação em edital, a Petrobras vai testar a implantação de uma solução já desenvolvida em cerca de 150 laboratórios da Petrobras, que contam com mais de 4.500 equipamentos.

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IMPACTO SOCIAL

Soluções TeamViewer ajudam a evitar 37 megatons de emissões de CO2 por ano

Um novo estudo conduzido por renomados especialistas em sustentabilidade do instituto alemão de pesquisa DFGE mostrou que a TeamViewer, empresa de soluções de conectividade remota, vem ajudando companhias em todo o mundo a limitar suas pegadas de carbono – evitando, assim, aproximadamente 37 megatons de emissões de carbono equivalente (CO2e) por ano. O uso das soluções da companhia para a manutenção e reparação remota de máquinas, monitoramento de redes e acesso a computadores e outros dispositivos têm contribuído para encurtar distâncias e reduzir viagens e deslocamentos desnecessários. Com base em dados de 2019 e cálculos de 2020, uma única conexão remota via TeamViewer pode, em média, evitar 13 quilos de emissões de CO2 – o equivalente a 5,5 litros de gasolina ou a dirigir um veículo por um percurso de quase 80 quilômetros. Os dados também revelaram que um único usuário das ferramentas evita a emissão de, aproximadamente, quatro toneladas de CO2 por ano, o que corresponde a uma viagem de trem de 100 mil quilômetros ou a mais de duas viagens ao redor do mundo.

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