Os 12 novos bilionários que estão navegando na maré das fintechs
Cofundador do Nubank, David Vélez, é um dos empreendedores que se beneficiaram das mudanças trazidas pela pandemia na forma como as pessoas lidam com o dinheiro
Reprodução/ForbesO coCEO do Afterpay, Nick Molnar, deixou de vender joias no Ebay para liderar uma empresa de US$ 22 bilhões que opera no sistema “compre agora, pague depois”
As mudanças impostas pela pandemia na forma como as pessoas lidam com o dinheiro, investem e pagam suas despesas foram responsáveis por acrescentar uma dúzia de novos bilionários à lista das pessoas mais ricas do mundo.
Eles são os fundadores de fintechs que oferecem os mais variados tipos de serviços e produtos, desde aplicativos de negociação de ações a tecnologias back-end de pagamentos.
Veja, na galeria de fotos a seguir, 12 recém-chegados ao ranking dos bilionários de fintechs:
1 / 12Divulgação
David Vélez Empresa: Nubank
Fortuna: US$ 5,2 bilhões
Vélez cofundou o banco digital Nubank em 2013, mirando no atendimento precário e nas taxas elevadas dos bancos brasileiros. Desde então, a startup com sede em São Paulo acumulou um total de 35 milhões de clientes no Brasil, México e na Colômbia, e tem uma avaliação de mais de US$ 25 bilhões, tornando-se o neobanco mais valioso do mundo. Vélez tem uma participação de 23% da empresa.
2 / 12
Victor Jacobsson Empresa: Klarna
Fortuna: US$ 2,7 bilhões
Os suecos Jacobsson e Siemiatkowski cofundaram em 2005 a Klarna, startup com sede em Estocolmo que tornou-se pioneira no modelo "buy-now, pay-later" (compre agora, pague depois - em tradução livre) que permite aos consumidores usar facilmente pequenos empréstimos parcelados, em vez de cartões de crédito, para financiar suas compras. A pandemia impulsionou a Klarna para uma avaliação de US$ 31 bilhões em março, triplicando seu valor ante seis meses anteriores. O CEO Siemiatkowski possui uma participação de 8%, enquanto o cofundador Jacobsson possui 10%, embora não esteja mais envolvido nas operações da empresa.
3 / 12Reprodução/Forbes
Sebastian Siemiatkowski Empresa: Klarna
Fortuna: US$ 2,2 bilhões
Os suecos Jacobsson e Siemiatkowski cofundaram em 2005 a Klarna, startup com sede em Estocolmo que tornou-se pioneira no modelo "buy-now, pay-later" (compre agora, pague depois - em tradução livre) que permite aos consumidores usar facilmente pequenos empréstimos parcelados, em vez de cartões de crédito, para financiar suas compras. A pandemia impulsionou a Klarna para uma avaliação de US$ 31 bilhões em março, triplicando seu valor ante seis meses anteriores. O CEO Siemiatkowski possui uma participação de 8%, enquanto o cofundador Jacobsson possui 10%, embora não esteja mais envolvido nas operações da empresa.
Max Levchin Empresa: Affirm Fortuna: US$ 2,2 bilhões
Em 1999, oito anos após se mudar da Ucrânia para os Estados Unidos, Levchin cofundou o PayPal. Mais tarde, ele lançou um aplicativo de rastreamento de fertilidade, mas não alcançou o status de bilionário até a Affirm, sua fintech de pagamento pay-later, que decolou graças ao financiamento das bicicletas Peloton, um item essencial durante a pandemia. Quando abriu o capital em janeiro, suas ações dobraram no primeiro dia de negociação, impulsionando seu valor de mercado para US$ 20 bilhões.
5 / 12Reprodução/Forbes
Nick Molnar Empresa: Afterpay
Fortuna: US$ 1,8 bilhão
Em 2014, Molnar morava com seus pais em Sydney, na Austrália, e vendia joias no eBay quando juntou-se ao seu vizinho, o ex-banqueiro de investimentos Anthony Eisen, para lançar o Afterpay. Hoje, eles são coCEOs da empresa pay-later de capital aberto que vale cerca de US$ 22 bilhões. O Afterpay tem mais de 16 milhões de clientes nos Estados Unidos.
6 / 12Reprodução/LinkedIn
Anthony Eisen Empresa: Afterpay
Fortuna: US$ 1,8 bilhão
Em 2014, Molnar morava com seus pais em Sydney, na Austrália, e vendia joias no eBay quando juntou-se ao seu vizinho, o ex-banqueiro de investimentos Anthony Eisen, para lançar o Afterpay. Hoje, eles são coCEOs da empresa pay-later de capital aberto que vale cerca de US$ 22 bilhões. O Afterpay tem mais de 16 milhões de clientes nos Estados Unidos.
7 / 12Reprodução/Forbes
Dave Girouard Empresa: Upstart
Fortuna: US$ 1,6 bilhão
Girouard deixou seu emprego como presidente dos serviços do Google Cloud Apps em 2012 para criar a fintech de financiamentos Upstart, que oferece empréstimos pessoais que vão desde a consolidação de dívidas de cartão de crédito até casamentos. Ele utiliza a tecnologia machine learning para avaliar o risco do mutuário. A Upstart abriu seu capital em dezembro de 2020 e tem um valor de mercado próximo de US$ 10 bilhões.
Zach Perret Empresa: Plaid
Fortuna: US$ 1,5 bilhões
A dupla criou em 2013 o Plaid, que ajuda aplicativos de fintechs, como o Robinhood, a se conectar facilmente às contas bancárias dos clientes. O Plaid chamou atenção em janeiro de 2020, quando anunciou sua venda para a Visa por US$ 5,3 bilhões. A Covid-19 turbinou seus negócios, mas em apenas três meses o acordo com a Visa foi cancelado por questões antitruste. A fintech atingiu uma avaliação de US$ 13,4 bilhões, tornando seus cofundadores bilionários.
9 / 12Reprodução/Forbes
William Hockey Empresa: Plaid
Fortuna: US$ 1,5 bilhão
A dupla criou em 2013 o Plaid, que ajuda aplicativos de fintechs, como o Robinhood, a se conectar facilmente às contas bancárias dos clientes. O Plaid chamou atenção em janeiro de 2020, quando anunciou sua venda para a Visa por US$ 5,3 bilhões. A Covid-19 turbinou seus negócios, mas em apenas três meses o acordo com a Visa foi cancelado por questões antitruste. A fintech atingiu uma avaliação de US$ 13,4 bilhões, tornando seus cofundadores bilionários.
10 / 12Reprodução/Forbes
Chris Britt Empresa: Chime
Fortuna: US$ 1,3 bilhões
Após passagens pela Visa e pelo emissor de cartões pré-pagos Green Dot, Britt cofundou a Chime como um banco digital gratuito que atende clientes de classe média nos Estados Unidos. A pandemia impulsionou a sua avaliação para US$ 14,5 bilhões.
11 / 12Reprodução/Forbes
Vlad Tenev Empresa: Robinhood
Fortuna: US$ 1 bilhão
Quando os mercados de ações despencaram no começo da crise da Covid-19, o aplicativo de investimentos Robinhood sofreu interrupções debilitantes, deixando seus clientes incapazes de negociar diante da volatilidade. Mas a empresa prosperou no final de 2020, quando milhões de novos investidores triplicaram os recursos recebidos pelo governo em estímulo à economia investindo em ações e criptomoedas. A Robinhood esteve no centro da polêmica envolvendo a GameStop em janeiro e fevereiro, quando as chamadas de margem esgotaram seu caixa e forçaram um aumento de capital de US$ 3,4 bilhões.
Baiju Bhatt Empresa: Robinhood
Fortuna: US$ 1 bilhão
Quando os mercados de ações despencaram no começo da crise da Covid-19, o aplicativo de investimentos Robinhood sofreu interrupções debilitantes, deixando seus clientes incapazes de negociar diante da volatilidade. Mas a empresa prosperou no final de 2020, quando milhões de novos investidores triplicaram os recursos recebidos pelo governo em estímulo à economia investindo em ações e criptomoedas. A Robinhood esteve no centro da polêmica envolvendo a GameStop em janeiro e fevereiro, quando as chamadas de margem esgotaram seu caixa e forçaram um aumento de capital de US$ 3,4 bilhões.