Microsoft desativará Internet Explorer em busca de vantagem na guerra de navegadores

Lucy Nicholson/Reuters
Lucy Nicholson/Reuters

A fabricante do software afirmou que o futuro do Internet Explorer no Windows 10 está em seu Microsoft Edge

A Microsoft vai aposentar seu navegador outrora onipresente, o Internet Explorer, em 2022, enquanto se prepara para enfrentar o líder de mercado Chrome com seu navegador Edge.

Lançado em 1995, o Internet Explorer se tornou o navegador dominante por mais de uma década, já que era fornecido com o sistema operacional Windows da Microsoft, que vinha pré-instalado em bilhões de computadores.

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O navegador, no entanto, começou a perder para o Chrome do Google no final dos anos 2000 e se tornou objeto de incontáveis memes da internet por sua lentidão em comparação com seus rivais. Para competir melhor, a Microsoft lançou o navegador Edge em 2015, que roda na mesma tecnologia do navegador do Google.

Em abril, o Chrome tinha uma participação de 65% no mercado global de navegadores, seguido pelo Safari da Apple, com uma participação de 18%, segundo a empresa de análise da web Statcounter. O Microsoft Edge tem uma participação de 3%, enquanto o Internet Explorer tem uma fatia minúscula do mercado que já dominou.

A fabricante do software Windows disse ontem (19) que o futuro do Internet Explorer no Windows 10 está em seu Microsoft Edge, mais rápido e seguro. “O aplicativo de desktop Internet Explorer 11 será retirado e deixará de ser compatível em 15 de junho de 2022 para certas versões do Windows 10”, disse a empresa em um blog.

O navegador estava no centro de um caso antitruste contra a Microsoft há mais de duas décadas, com um juiz dos EUA decidindo que o titã do software violou a lei após combinar o Internet Explorer e o sistema operacional Windows. As violações mais graves da lei foram mantidas em recurso, mas a empresa continuou a agrupar seu sistema operacional e navegador. (com Reuters)

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