O mundo dos unicórnios: Bitso

Após aporte de US$ 250 milhões, a bolsa de criptomoedas quer se consolidar como a maior do setor na América Latina.

Redação
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 Kanawat Thongrod/EyeEm/Getty Images
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A startup opera com bitcoins, ether, XRP e outros seis tipos de criptomoedas disponíveis

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Criada no México em 2014, a plataforma de criptoativos Bitso tornou-se uma das startups mais valiosas da América Latina ao levantar US$ 250 milhões na última quarta-feira (5) e ganhar o status de unicórnio. A rodada, que avalia a empresa em US$ 2,2 bilhões, foi liderada pela Tiger Global e teve participação de fundos como Coatue, Valor Capital, Kaszek, QED e Pantera.

Os recursos chegam em um momento estratégico. Com mais de 2 milhões de clientes, sobretudo no México e na Argentina, a Bitso acaba de iniciar as operações de varejo no Brasil, com os planos de tornar o país seu principal mercado e impulsionar a expansão na América Latina.

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Inicialmente, a startup chega à cidade de São Paulo com 60 funcionários e um website, onde o cliente pode comprar ou vender bitcoins, ether, XRP e outros seis tipos de criptomoedas disponíveis, e armazená-las em um só lugar. A expectativa é chegar até o fim do ano com 100 colaboradores e lançar um aplicativo para agilizar as transações.

Veja, no infográfico abaixo, quatro coisas que você precisa saber sobre a Bitso:

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