Apps de namoro crescem na pandemia; conheça os 7 melhores

d3sign/Getty Images
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 De acordo com o Dating.co, houve um aumento de 82% no namoro online global em março de 2020

A pandemia acarretou um salto no uso de aplicativos pelos brasileiros entre 30% e 400%, dependendo da região do país, segundo dados da Pew Research. A intensificação das medidas de isolamento encorajou as pessoas a buscarem novas formas de se conectar e interagir.

No caso das plataformas de namoro, o cenário não foi diferente. De acordo com o Dating.co, houve um aumento de 82% no namoro online global em março de 2020, quando as medidas de isolamento entraram em vigor em diversos países. O levantamento revela que usuários norte-americanos são os que mais dão match no mundo, com seis ou mais conversas acontecendo simultaneamente. O Top 5 inclui também Índia, Irlanda, Reino Unido e Espanha.

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Um relatório divulgado pelo Match Group – proprietário de aplicativos de relacionamento como Tinder, OkCupid e Hinge – revelou que, no terceiro trimestre de 2020, a companhia registrou 10,8 milhões de usuários pagantes em seus apps de paquera em todo o mundo, um salto de 12% em relação ao mesmo período do ano anterior. Como resultado, a receita total da empresa cresceu 18%, para US$ 640 milhões. O Inner Circle teve, no início da pandemia, um aumento médio no número de matches e mensagens enviadas de 99% e 116%, respectivamente.

Os dados mostram que sites e aplicativos de paquera se tornaram uma forma mais prática e acessível para encontrar um amor e que, neste Dia dos Namorados, arrumar uma companhia fica mais fácil com o celular em mãos. Pensando nisso, a Forbes selecionou sete plataformas para todos os tipos de pessoas encontrarem seus parceiros ideais.

Confira, na galeria de fotos a seguir, a lista completa:

  • Tinder

    Criada em 2012, nos Estados Unidos, a plataforma combina pessoas com gostos e preferências semelhantes que estejam próximas fisicamente. Ao se cadastrar, o usuário pode indicar sua idade, orientação sexual, religião e principais interesses, desde música e atividade física a gatos e Big Brother.

    O app exibe uma lista de perfis que se encaixam com as preferências do usuário, que pode deslizar o dedo para demonstrar interesse em alguém. Caso a outra pessoa faça o mesmo, o Tinder indica que houve um “match”, e os contatos podem conversar em um chat privado para, eventualmente, marcar um encontro fora da rede social.

    O aplicativo está disponível em 190 países e mais de 40 idiomas. De acordo com a plataforma, o app já foi baixado mais de 400 milhões de vezes, gerou mais de 60 bilhões de matches e promove cerca de 1,5 milhão de encontros por semana em todo o mundo. A plataforma é gratuita, mas conta com recursos exclusivos a partir de US$ 9,90 por mês.

    Divulgação
  • Bumble

    O aplicativo não exige que os usuários definam sua sexualidade no cadastro: basta informar se está interessado em homens, mulheres ou ambos, e a plataforma exibirá os perfis mais adequados. O principal diferencial é que, entre casais heterossexuais, são as mulheres que têm o poder exclusivo de dar o primeiro passo após o match e iniciar uma conversa. Para garantir um ambiente saudável e respeitoso entre todos, a plataforma proíbe conteúdos de nudez e bloqueia usuários com comportamentos machistas e sexistas.

    Diferente de outros aplicativos da categoria, o Bumble não se restringe a relacionamentos amorosos: também é possível fazer conexões de amizade e networking. Para aqueles que não têm interesse em buscar um par romântico, o aplicativo conta com o modo BFF (melhores amigos para sempre, em inglês) e o Bizz, voltado para quem procura conexões profissionais. Nesses casos, qualquer um pode tomar a iniciativa de iniciar a conversa.

    Para evitar o fenômeno “ghosting”, quando alguém deixa de responder às mensagens e some da conversa sem motivo aparente, o aplicativo exige que as mensagens sejam respondidas em até 24 horas. Caso contrário, a conexão se desfaz automaticamente.

    O app foi criado em 2014 e hoje reúne mais de 100 milhões de usuários em todo o mundo. A plataforma é gratuita, e possui recursos exclusivos a partir de R$ 31,90 por mês.

    Reprodução/Google Play
  • Blued

    Com mais de 54 milhões de usuários ativos em todo o mundo, o aplicativo de relacionamento gay chegou ao Brasil em novembro do ano passado, disponível gratuitamente para Android e iOS.

    Além dos recursos mais tradicionais de geolocalização e interesses semelhantes, o Blued conta com salas de bate-papo em áudio e transmissão ao vivo. A plataforma conta, ainda, com a ferramenta “online”, que permite que os usuários se conectem em vídeos ao vivo para um “speed dating” (processo que ajuda solteiros a conhecer um grande número de parceiros em potencial em um período muito curto de tempo).

    Em julho de 2020, a BlueCity – empresa-mãe do Blued – foi listada na Bolsa de Valores norte-americana Nasdaq, tornando-se a primeira empresa pública de rede social com foco no público LGBTQIA+. Com cerca de 500 funcionários, a plataforma possui operações locais em diversos países como China, Brasil, Índia, Japão, México, Filipinas, Coreia do Sul, Tailândia, Estados Unidos e Vietnã.

    Reprodução/Google Play
  • Zoe

    O Zoe é um aplicativo de namoro e rede social gratuita para mulheres lésbicas, bissexuais e queer em todo o mundo. São mais de 3,9 milhões de usuários registrados e 16 mil mensagens enviadas mensalmente.

    O conceito é fácil: deslize para a direita para “gostar” e para a esquerda para “passar”. Quando há um interesse mútuo, as usuárias podem começar a conversar imediatamente. O cadastro pode ser feito com indicação de faixa etária de interesse e é possível enviar vídeos e fotos no chat e encontrar pessoas próximas geograficamente.

    No plano premium, a partir de R$ 14,90 por mês, a ferramenta permite alterar a decisão em relação a uma mulher, ver as que já gostaram do seu perfil anteriormente e, ainda, encontrar pessoas em diferentes cidades.

    Reprodução/Google Play
  • Coroa Metade

    Com foco em pessoas acima dos 40 anos, o aplicativo chegou, recentemente, à marca de 642 mil cadastros e 92 casamentos realizados graças à plataforma. O app segue uma proposta semelhante à do Tinder, onde os usuários preenchem seus gostos e preferências em busca de um par romântico de perfil semelhante.

    A plataforma é gratuita para baixar, usar e conversar com qualquer pessoa. Também é possível assinar planos de assinaturas mensais – de R$ 21,65 a R$ 47,90 – para saber quem viu o seu perfil, conversar com quem quiser, mesmo que não haja interesse mútuo, e, ainda, aparecer na frente de outras pessoas na busca por conexões.

    Divulgação
  • CultureCrush

    Anteriormente conhecido como AfriDate, o CultureCrush foi criado para celebrar o amor entre pessoas negras. Nele, é possível se conectar com usuários próximos ou distantes fisicamente, em qualquer lugar do mundo.

    Os cadastrados têm a opção de listar suas qualidades, hobbies e até mesmo sinais vitais, além de incluir vídeos sobre sua personalidade. Para marcar um encontro virtual, a plataforma conta com a opção de agendamento de datas para chamadas de áudio e vídeo no próprio app. Em 2020, o CultureCrush tinha cerca de 52.000 usuários globalmente, 75% do Brasil.

    “O aplicativo é ideal para imigrantes ou expatriados que procuram pessoas de sua nacionalidade ou etnia em uma nova cidade, viajantes que buscam pessoas com as quais se identificam enquanto estão na estrada ou mesmo para pessoas locais que estão cansadas de dispensar usuários em aplicativos de paquera centenas de vezes antes de encontrar um rosto parecido com o seu”, diz Amanda Spann, fundadora do aplicativo, em entrevista à Forbes. A plataforma é gratuita.

    Reprodução/Google Play
  • InnerCircle

    Fundado em 2012 na Nova Zelândia com a premissa de desafiar os solteiros a melhorarem seus jogos de namoro, o app está disponível em 57 cidades ao redor do mundo e conta com uma comunidade de mais de 3,5 milhões de membros.

    Para evitar perfis fakes, a plataforma faz uma análise tecnológica dos novos integrantes, por meio da localização do IP e do reconhecimento de imagem. Em seguida, entra em ação a equipe de suporte para a revisão e monitoramento dos perfis, para garantir que as pessoas sejam quem realmente dizem ser. O time conta, inclusive, com mães, que usam seus instintos maternos para detectar atitudes mal-intencionadas ao examinar mensagens abusivas e oferecer dicas sobre como se comportar para ter mais interação.

    A plataforma encoraja os usuários a incluírem o máximo de detalhes possível para aprofundar as conexões. Além de apresentar seus hobbies, fotos e informações pessoais, também é possível encontrar o match em reuniões e eventos organizados pelo próprio aplicativo – temporariamente suspensos por conta da pandemia. Recentemente, a plataforma baniu fotos em grupo e a palavra “oi”, para incentivar as pessoas a iniciarem conversas de formas mais criativas.

    O aplicativo é gratuito para baixar e usar, mas possui planos mensais a partir de R$ 45,90 por mês.

    Reprodução/Google Play

Tinder

Criada em 2012, nos Estados Unidos, a plataforma combina pessoas com gostos e preferências semelhantes que estejam próximas fisicamente. Ao se cadastrar, o usuário pode indicar sua idade, orientação sexual, religião e principais interesses, desde música e atividade física a gatos e Big Brother.

O app exibe uma lista de perfis que se encaixam com as preferências do usuário, que pode deslizar o dedo para demonstrar interesse em alguém. Caso a outra pessoa faça o mesmo, o Tinder indica que houve um “match”, e os contatos podem conversar em um chat privado para, eventualmente, marcar um encontro fora da rede social.

O aplicativo está disponível em 190 países e mais de 40 idiomas. De acordo com a plataforma, o app já foi baixado mais de 400 milhões de vezes, gerou mais de 60 bilhões de matches e promove cerca de 1,5 milhão de encontros por semana em todo o mundo. A plataforma é gratuita, mas conta com recursos exclusivos a partir de US$ 9,90 por mês.

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