EXCLUSIVO: Learning Village lança braço de investimento em startups focado em educação

LV Ventures oferece a infraestrutura do hub de inovação e acesso a parceiros em troca de participação nos negócios.

Matheus Riga
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O CEO da Singularity University no Brasil, Reynaldo Gama, diz que o LV Ventures oferecerá a infraestrutura necessária para startups crescerem e escalarem

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O Learning Village, hub de inovação e tecnologia focado no setor de educação, quer mais do que apoiar as startups brasileiras com mentorias, networking e suporte para o desenvolvimento dos negócios. Com exclusividade à Forbes, a Singularity University Brasil e a empresa de educação corporativa HSM, mantenedoras e fundadoras da organização, anteciparam o lançamento do LV Ventures, a sua nova plataforma de incentivo às empresas nascentes do país.

No modelo desenvolvido para o LV Ventures, o Learning Village oferece sua infraestrutura física e apoio de sua rede de mentores e parceiros para as startups, enquanto as mantenedoras negociam a venda de uma participação das mesmas para o hub de inovação. Segundo o CEO da Singularity University no Brasil, Reynaldo Gama, a intenção é ter no máximo 10% de participação. “É uma fração pequena para não poluir a mesa de investidores”, diz. “Nosso objetivo é ajudar os negócios a escalarem. Ganhamos muito mais na troca de experiências com as empresas.”

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Fundado em novembro do ano passado, o Learning Village possui mais de 3.000 m² distribuídos em sete andares, com salas de escritório, estúdios para gravação de podcasts e vídeos e espaços para eventos. O diferencial do LV Ventures, de acordo com Gama, está na otimização de custos para as startups em fase inicial, quando muitas vezes não possuem condições de arcar com o aluguel e podem usufruir da infraestrutura do hub. “Com esse modelo, eu permito que a startup economize, enquanto eu absorvo os custos de locação e produção de conteúdo”, diz.

Outro ponto de destaque para o executivo é o aproveitamento do hub para desenvolver sinergias de atuação. Como exemplo, o executivo cita o caso da edtech gonew.co, a primeira startup a participar do LV Ventures. “Há que se considerar o benefício da retroalimentação do ecossistema”, afirma. “Com a infraestrutura e os parceiros certos, a startup pode alavancar sua receita e escalar o seu negócio.” Hoje, Ânima Educação, Ambev, Beneficência Portuguesa, Deloitte, Hospital SírioLibanês e Unimed são algumas das organizações parceiras do Learning Village.

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O fundador da gonew.co, Anderson Godz, diz que achou a oferta do LV Ventures atraente por conta dos benefícios intangíveis que o hub de inovação pode oferecer para o seu negócio. “Nós já temos receita o suficiente para arcar com os custos operacionais, mas nós queremos escalar”, diz. “É muito importante termos não só os ativos do Learning Village, mas também todo o endosso que estar nesse local proporciona para o nosso trabalho. É um efeito até psicológico de validação.” A edtech já possui mais de 22 mil pessoas cadastradas em sua plataforma de ensino, que oferece cursos de governança para empresas.

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