Google diz oferecer mais de US$ 10 bilhões em benefícios a consumidor na Coreia do Sul

Mike Blake/Reuters
Mike Blake/Reuters

Edifício do Google em Irvine, Califórnia

O Google, da Alphabet, disse hoje (15) que sua presença na Coreia do Sul equivale a quase 12 trilhões de wones (US$ 10,16 bilhões) em benefícios econômicos para seus usuários, à medida que o gigante de tecnologia norte-americano vem enfrentando um maior controle de reguladores e políticos.

O anúncio veio um dia após a agência antitruste da Coreia do Sul multar o Google em 207 bilhões de wones pelo bloqueio de versões personalizadas do seu sistema operacional Android. Foi o segundo grande revés da empresa no país em menos de um mês.

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A Comissão de Justo Comércio da Coreia disse que essa pode ser a nona maior multa já imposta.

O Google disse durante um evento online que provê anualmente 5,1 trilhões de wones em benefícios para os sul-coreanos por meio da Play Store, 4,2 trilhões de wones por meio de seu serviço de mecanismo de busca e 2,5 trilhões de wones através de seus aplicativos de produtividade, incluindo o Google Docs, citando um relatório da empresa de consultoria AlphaBeta.

O Google acrescentou que também fornece anualmente 10,5 trilhões de wones em benefícios econômicos para as empresas sul-coreanas.

O Google não informou como essas avaliações foram feitas.

A presidente-executiva do YouTube, Susan Wojcicki, disse que o YouTube contribuiu com mais de 1,5 trilhão de wones para o PIB (Produto Interno Bruto) da Coreia do Sul em 2020 e criou mais de 86 mil empregos em período integral.

“Continuaremos fazendo o nosso melhor para apoiar nossos parceiros a crescer e avançar no mundo e contribuir positivamente para a economia sul-coreana”, disse Kim Kyoung-hoon, diretor nacional do Google para a Coreia durante o evento.

No final de agosto, o Parlamento aprovou uma emenda à Lei de Negócios de Telecomunicações da Coreia do Sul – popularmente apelidada de “lei anti-Google” – para proibir grandes operadoras de lojas de aplicativos como o Google de forçar desenvolvedores de software a usar seus sistemas de pagamento e impedir efetivamente os desenvolvedores de cobrar comissão sobre as compras no aplicativo. (Com Reuters)

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