Santander, Garena e SPFW transformam skins do Free Fire em itens reais de desfile

Durante a 52ª semana de moda paulistana, no próximo dia 17, algumas das roupas virtuais do jogo tomarão forma pelas mãos do estilista Daniel Ueda.

Luiz Gustavo Pacete
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Free Fire é, atualmente, um dos maiores jogos do mundo, com mais de 150 milhões de players (Crédito: Reprodução)

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Games e moda possuem uma relação histórica. Recentemente, com a ampliação de plataformas que recriam universo virtuais e um número cada vez maior de gamers pelo mundo, os jogos se transformaram em importantes passarelas para marcas de moda. Mundo afora, Balenciaga, Louis Vuitton e Gucci, para citar alguns exemplos, estão cada vez mais familiarizadas com as chamadas skins, ou roupas utilizadas pelos personagens virtuais.

O inverso, no entanto, também está acontecendo. No próximo dia 17, durante a 52ª semana de moda paulistana, uma parceria inédita entre Santander, SPFW e Garena, publisher do jogo Free Fire, vai recriar algumas das skins do game transformando-as em um desfile real. Vale lembrar que Free Fire é, atualmente, um dos maiores jogos do mundo, com mais de 150 milhões de usuários e o surgimento de alguns fenômenos, entre eles Nobru, de origem periférica e uma referência global no game. Ao todo, serão recriadas 20 skins entre as mais usadas pelos brasileiros no jogo. O projeto levou seis meses e dependeu de aprovações da chinesa Tencent, controladora da Garena. Quem usará as roupas não são apenas modelos, mas também gamers e streamers que participarão do desfile.

Durante a coletiva que apresentou o projeto nesta quinta-feira, 11, Igor Puga, diretor de marketing e marca do Santander Brasil, afirmou que o objetivo não é ser o banco dos games, mas sim respeitar e considerar toda uma cadeia de profissionais que estão atuando nesta indústria. “Nós sabemos que Balenciaga, Louis Vuitton e outras marcas estão nesse universo e o fato de apresentarmos skins no mundo real não deve ser iniciativa de uma marca ou do game, deve ser algo universal que respeita toda uma cadeia de profissionais que atuam nestes segmentos: moda e games, pioneiros em diversidade”, afirma o executivo.

Em outubro, a Garena, por meio de uma campanha da agência AKQA levou o Free Fire para o horário nobre da TV aberta. Um pouco antes, o Itaú, que também vem investindo em games, comprou espaços no Jornal Nacional para promover a Taça das Favelas, competição de Free Fire, e um dos projetos que o banco apoia. No caso do Santander, a marca já vem se associando ao jogo de outras maneiras. Em fevereiro, tornou-se patrocinadora da Liga Brasileira de Free Fire (LBFF) e, em junho, lançou um Consórcio Gamer, além de um programa para fomentar os streamers da plataforma Twitch.

Confira algumas das peças que serão apresentadas:

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O vídeo abaixo foi produzido pela agência Suno, que atende ao Santander.

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