Meta lança projeto de realidade aumentada focado na comunidade negra

Exclusivo no Brasil, o Desafio RAP: Realidade Aumentada na Pele promove diversidade, equidade e inclusão dentro do metaverso

Andressa Barbosa
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Getty Images

A duração do programa é de 12 meses com a primeira fase sendo de Educação, a segunda fase do Desafio, e a terceira fase de Premiação

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A Meta lançou, esta semana, o Desafio RAP: Realidade Aumentada na Pele, para promover diversidade, equidade e inclusão dentro do metaverso. O programa será exclusivo no Brasil e propõe treinamento e premiação com foco na educação e desenvolvimento da comunidade negra no ecossistema de realidade aumentada (RA) no país. Mundialmente, mais de 700 milhões de pessoas usam filtros de realidade aumentada através dos aplicativos Facebook e Instagram, o Desafio RAP procura diminuir as lacunas de inclusão e diversidade dentro do ambiente digital, criando novas oportunidades econômicas, já que 56% da população brasileira é composta por pessoas negras.

Segundo Erick Portes Martins, gerente de parcerias estratégicas da Meta na América Latina, “é preciso criar oportunidades de forma intencional e o Desafio RAP nasce como uma forma de abrir mais portas para a comunidade negra no universo de realidade aumentada. A iniciativa tem como premissa que ao incluir, educar e desenvolver mais criadores negros de RA, é possível promover mais diversidade, oportunidades e inclusão para esse grupo no ambiente digital”. 

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A duração do programa é de 12 meses com a primeira fase sendo de Educação, a segunda fase do Desafio, e a terceira fase de Premiação. Os embaixadores serão Lucy Ramos e Esdras Saturnino, parte do júri da premiação contará com Nathalia Carneiro, do Geledés Instituto da Mulher Negra, e empresas aliadas da diversidade como Ambev, Grupo Boticário, L’Oréal e Magazine Luiza. Os filtros serão avaliados e escolhidos baseando-se no pensamento e desenvolvimento exclusivo para a comunidade negra.

O júri escolherá em Junho os 200 primeiros criadores de filtros negros que inscreverem os melhores trabalhos, baseando-se nos critérios de engajamento, criatividade, sofisticação e a aplicabilidade para usuários e negócios. Na terceira fase, de Premiação, os 10 melhores no ranking serão premiados com uma bolsa de estudos e equipamentos para continuar trabalhando na criação de um ecossistema de realidade aumentada mais inclusiva no Brasil.

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