Sindiveg vê falta de insumos para defensivos agrícolas e risco para oferta no Brasil

Como efeito do avanço da pandemia na Ásia, matérias-primas acabam restritas e acarretam na desaceleração da produção de agroquímicos

Redação
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Inae Riveras/Reuters
Inae Riveras/Reuters

Em comparação ao mesmo período do ano passado, a área tratada com defensivos agrícolas cresceu 7% no primeiro trimestre

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O avanço da Covid-19 na Ásia tem acarretado em restrições de matéria-prima para produção de agroquímicos e ligou um alerta para o setor de defensivos sobre o risco de faltar produtos para a safra 2021/22 do Brasil, que será plantada a partir de setembro, disse à Reuters o Sindiveg (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal) hoje (05).

“Tivemos aumento generalizado (de preços) das matérias-primas em nossos produtos e começamos a ter falta de produtos também”, disse o presidente da entidade, Júlio Borges Garcia.

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Ele acrescentou que também há um incremento de demanda entre os produtores rurais, devido às intenções de elevar a área de plantio e à maior incidência de pragas e doenças nas lavouras, que contribui para o avanço de preços dos insumos.

Somente no primeiro trimestre deste ano, a área tratada com defensivos agrícolas cresceu 7% ante o mesmo período de 2020, para 562,7 milhões de hectares –considerando a multiplicação de área cultivada por volume de produtos e quantidade de aplicações realizadas.

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Em volume, os defensivos aplicados no Brasil chegaram a 349 mil toneladas no primeiro trimestre de 2021, ante 333 mil em igual período do ano anterior, mostraram dados do Sindiveg. (Com Reuters)

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