Anec eleva previsão de exportação de milho do Brasil em julho, mas vê queda ante 2020

Apesar do avanço, o resultado ainda está 2 milhões de toneladas abaixo dos 5,1 milhões exportados pelo país em julho do ano passado.

Redação
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Marcelo Rodrigues Teixeira/Reuters
Marcelo Rodrigues Teixeira/Reuters

Apesar de aumento na previsão da Anec, a exportação de milho ainda está 2 milhões de toneladas abaixo ante mesmo período em 2020

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As exportações brasileiras de milho devem atingir 3,03 milhões de toneladas em julho, o primeiro mês com entrada mais significativa do cereal da segunda safra, estimou a Anec (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais) hoje (13) ao elevar sua projeção ante os 2,37 milhões da semana anterior.

Apesar do avanço, o resultado ainda está 2 milhões de toneladas abaixo dos 5,1 milhões exportados pelo país em julho do ano passado, conforme dados da associação.

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A projeção da Anec, baseada nas programações de navios nos portos, vem na esteira de um atraso na “safrinha” e quebra na produção de milho causada por seca e geadas em alguns dos principais Estados produtores.

Em relação a junho, no entanto, há uma expressiva alta visto que apenas 90 mil toneladas haviam sido exportadas pelo Brasil.

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Para a soja, a Anec também elevou a estimativa de julho, a 8,955 milhões de toneladas ante 7,64 milhões de toneladas vistos na semana passada. O novo número supera os 8,03 milhões de um ano antes. Em junho, as exportações da oleaginosa fecharam em 10,1 milhões de toneladas.

A entidade também estima embarques de 1,75 milhão de toneladas de farelo de soja, ante 1,73 milhão em julho de 2020. (Com Reuters)

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