4 agtechs para tornar a soja mais sustentável no Cerrado

Conheça o programa da Land Innovation Fund, AgTech Garage e Embrappi que fomenta o empreendedorismo e a inovação para a produção do grão livre de desmatamento

Redação
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 Evandro Rigon/Gettyimages
Evandro Rigon/Gettyimages

“Soja Sustentável do Cerrado” seleciona agtechs que buscam resolver desafios para a sustentabilidade do grão

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O Land Innovation Fund, fundo criado com aporte inicial da Cargill e que atualmente opera sob administração da Chemonics International; AgTech Garage, hub de inovação com sede em Piracicaba (SP) e Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação) anunciaram hoje (3) as quatro startups finalistas para o segundo ciclo do programa “Soja Sustentável do Cerrado”. São elas: SciCrop, Safe Trace, Agrorobótica e Quiron.

Com o tema “fomentando o empreendedorismo e a inovação para a produção de soja livre de desmatamento”, o objetivo do programa é que as startups agreguem soluções de big data, rastreabilidade, responsabilidade socioambiental, inteligência artificial e monitoramento digital para enfrentar algumas das principais demandas de conservação e restauração ambiental da atualidade.

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Juntas, as empresas escolhidas somam-se às seis integrantes do primeiro ciclo para compor um portfólio integrado em favor de uma cadeia de suprimentos da soja sustentável, livre de desmatamento e de conversão da vegetação nativa. “Acreditamos que as finalistas compõem um portfólio de serviços complementares entre si e que juntas podem contribuir ainda mais para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis para a cadeia produtiva da soja”, afirma José Tomé, co-founder e CEO do AgTech Garage.

Desenvolvido em quatro ciclos, o programa conta com recurso inicial de cerca de R$ 2,2 milhões para apoio às startups, com a possibilidade de aumento de receita a partir da entrada de novos parceiros.

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No segundo ciclo do programa foram recebidas 51 inscrições de 11 estados. As escolhas tiveram como critérios inovação, maturidade e modelo de negócio, perfil da equipe, impacto ambiental e viabilidades técnica e econômica. Também foi levado em consideração o potencial de intercâmbio e complementariedade entre os projetos.

Com duração de seis meses, o segundo ciclo começa no próximo dia 11 de agosto e prevê acesso às mentorias estratégicas e técnicas, conexões com executivos da comunidade do AgTech Garage, troca de experiências com empreendedores, participação em eventos, entre outras ações, visando desenvolvimento e escala de soluções que possam fomentar a sustentabilidade na
cadeia de suprimento da soja. “As iniciativas selecionadas complementam os projetos apoiados no primeiro ciclo e formam um portfólio de soluções integradas capazes de apresentar soluções de sustentabilidade para a propriedade rural como um todo – da área plantada à floresta em pé”, afirma Carlos Quintela, diretor do Land Innovation Fund.

Conheça as quatro finalistas da segunda etapa:

  • Andrew Brookes/GettyImages

    SciCrop

    Com sede na capital paulista, a startup busca soluções baseadas em analytics e integração de dados para a agroindústria, com soluções de mensuração de receita para além da área plantada e detecção de quantidade de carbono estocado na propriedade rural.

  • Suwanmake/Gettyimages

    Safe Trace

    A empresa, com sede em Itajubá (MG), utiliza tecnologia blockchain para rastreabilidade e integração de informações de toda a cadeia produtiva de alimentos, do campo à gôndola, levando transparência ao setor.

  • lamyai/Gettyimages

    Agrorobótica

    A startup, com sede em São Carlos (SP), é responsável pelo desenvolvimento de uma plataforma de inteligência artificial com tecnologia da NASA para monitoramento da fertilidade do solo, certificação dos nutrientes em folha e dos estoques de carbono na propriedade rural.

  • Wenderson Araujo/CNA

    Quiron

    A startup começou no Centro de Inovação do Orion Parque Tecnológico, em Lages (SC) e se dedica à tecnologia digital e monitoramento remoto para detecção e dimensionamento de ataque de pragas e doenças, e previsão de incêndios, realizando o monitoramento florestal com até sete dias de antecedência.

Andrew Brookes/GettyImages

SciCrop

Com sede na capital paulista, a startup busca soluções baseadas em analytics e integração de dados para a agroindústria, com soluções de mensuração de receita para além da área plantada e detecção de quantidade de carbono estocado na propriedade rural.

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