Exportações de milho do Brasil podem ter queda brusca, prevê Anec

Daniel Acker/Reuters
Daniel Acker/Reuters

Segundo presidente do conselho de administração da Anec, o Brasil deve vender 17 milhões de toneladas de milho no mercado externo no atual ciclo

As exportações brasileiras de milho cairão pela metade nesta temporada, já que o clima adverso prejudicou a safra 2020/21 do país e também as perspectivas de embarques, conforme projeção da Anec (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais) divulgada hoje (04).

Em apresentação, o presidente do conselho de administração da Anec, Luciano de Souza, disse que o Brasil deve vender 17 milhões de toneladas no mercado externo no atual ciclo, ante 34,8 milhões no último.

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Se confirmadas, as exportações de milho ficariam abaixo do nível do ciclo 2015/16, quando o Brasil exportou 18,8 milhões de toneladas do cereal após uma grande seca, mostraram dados da Anec.

Em novas projeções da associação para a soja da próxima safra (2021/22), as exportações da oleaginosa brasileira devem saltar para 94,3 milhões de toneladas, com uma safra recorde estimada em 144 milhões de toneladas, visto que agricultores planejam aumentar a área plantada a partir de setembro, quando começará a semeadura em alguns Estados.

Na temporada atual, a produção nacional somou 137 milhões de toneladas, segundo a Anec, enquanto a exportação está projetada em 86,5 milhões de toneladas em 2021, apresentou a Anec em seminário da Datagro. (Com Reuters)

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