Governo declara emergência no Acre, Amazonas e Rondônia por doença do cacau

A vigilância sanitária terá duração de um ano e visa evitar a dispersão da praga para áreas produtoras de cacau e cupuaçu.

Redação
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Marcelo Texeira/Reuters
Marcelo Texeira/Reuters

Produção de cacau em Medicilândia (PA)

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O Ministério da Agricultura declarou hoje (6) emergência fitossanitária nos Estados do Acre, Amazonas e Rondônia para a praga Moniliophthora roreri, causadora de doença em cultivos de cacau, conforme portaria publicada no Diário Oficial da União.

A ação foi tomada após registro de foco da praga no mês passado em uma área residencial urbana de Cruzeiro do Sul (AC).

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O estado de emergência para a chamada monilíase do cacaueiro incluiu Amazonas e Rondônia por serem as unidades da federação que fazem fronteira com o Acre.

A vigilância sanitária terá duração de um ano e visa reforçar medidas de prevenção e evitar a dispersão da praga para áreas produtoras de cacau e cupuaçu, afirmou a pasta em nota.

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O Brasil, que já foi o maior produtor mundial de cacau no passado, tem figurado nos últimos anos entre a sexta e sétima posição global, segundo a FAO.

“Esta é uma medida que demonstra o reconhecimento oficial da importância do tema por parte do Ministério da Agricultura e permite uma maior mobilização de instituições públicas e privadas, de forma coordenada, em função dos prejuízos potenciais que uma determinada praga ou doença pode causar às cadeias produtivas em nível nacional”, disse em nota a coordenadora-geral de Proteção de Plantas do ministério, Graciane de Castro.

“O objetivo do Mapa é o de conseguir erradicá-la na maior brevidade possível, enquanto ainda se encontra em uma área restrita do país”, acrescentou.

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A pasta prometeu ainda publicar nos próximos dias um ato complementar com o detalhamento das medidas a serem adotadas por cada Estado, conforme o nível de risco e particularidades. (Com Reuters)

 

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