Bom Futuro, um dos maiores grupos do agro, começa plantar a soja da safra 2021/22

A expectativa da empresa é semear 313 mil hectares da oleaginosa em 33 propriedades rurais mato-grossenses, das quais quinze já iniciaram os trabalhos.

Redação
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Paulo Whitaker/Reuters
Paulo Whitaker/Reuters

Lavoura de soja em Primavera do Leste (MT)

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O grupo Bom Futuro deu a largada no plantio de soja 2021/22 em Mato Grosso a partir de hoje (16), logo após o término do período de vazio sanitário no principal Estado produtor do grão, em uma área cerca de 2,36% maior em relação à safra passada, disse a companhia à Reuters.

A expectativa da empresa é semear 313 mil hectares da oleaginosa em 33 propriedades rurais mato-grossenses, das quais quinze já iniciaram os trabalhos. Na temporada anterior, foram cultivados 305.763 hectares de soja.

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Com o início das chuvas e em volumes acima de 100 milímetros em algumas regiões, o Bom Futuro afirmou que as projeções são otimistas tanto para a soja quanto para o algodão, que será plantado no final de dezembro.

“As previsões meteorológicas nos informam que as chuvas terão continuidade no Estado. Desta forma, buscamos produtividade entre 70 e 72 sacas por hectare, pois o índice está muito relacionado ao ambiente climático”, disse em nota o diretor de Produção do Bom Futuro, Inácio Modesto Filho.

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Neste contexto, a companhia espera produzir 1,221 milhão de toneladas de soja nesta safra, contra 1,167 milhão em 2020/21.

O plantio da oleaginosa no início da janela ideal, logo após o vazio sanitário – período em que não se pode cultivar o grão como medida de controle do fungo causador da ferrugem asiática – e as condições climáticas devem favorecer também o cultivo do algodão na “safrinha”.

“Como a chuva chegou cedo, a previsão é de que a área (de algodão) passe de 180 mil hectares na próxima safra, que deverá ser plantada na sequência da soja”, disse o diretor.

O executivo também ressaltou que o planejamento agronômico da companhia é feito com uma safra de antecedência e, desta forma, já está executada a parte de adubação, correção de solo e escolha de variedades para a semeadura de verão.

“Trabalhamos muito adiantados porque o mercado exige essa antecipação. Imagine ter que trazer fertilizante de outros lugares do mundo e ter certeza de que o produto vai estar aqui na hora correta”, pontuou, em momento que entraves logísticos podem afetar a entrega de insumos adquiridos mais tarde.

Ele ainda disse que a empresa faz três projeções: se chover cedo, em período intermediário ou se for tarde – por volta de 10 de outubro. “Temos uma gama de variedades (de sementes) de diversos ciclos para obter altas produtividades.” (Com Reuters)

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