Ações de frigoríficos sobem após China liberar retomada de importação de carne do Brasil

A China informou que retomou as importações de produtos brasileiros de carne bovina desossada de animais com menos de 30 meses.

Da Reuters
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Phil Noble/Reuters
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A China informou que retomou as importações de produtos brasileiros de carne bovina desossada de animais com menos de 30 meses

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Ações de frigoríficos sobem na B3 nesta quarta-feira (15), após a administração aduaneira da China liberar a retomada das importações de carne bovina brasileira, encerrando uma restrição em vigor desde 4 de setembro.

Por volta de 12h12, as ações da JBS subiam 3,6%, e as da Minerva saltavam 10,7%, a maior alta do Ibovespa, que caía 0,7%. Os papéis da Marfrig reduziram alta inicial e avançavam 0,5%.

A China informou que retomou as importações de produtos brasileiros de carne bovina desossada de animais com menos de 30 meses, de acordo com documento publicado no site da Administração Geral das Alfândegas.

O Brasil suspendera os embarques para o país asiático, após a confirmação de casos atípicos da doença da vaca louca no início de setembro. As duas partes, desde então, estavam em negociações para restaurar o comércio.

A Minerva, que foi diretamente afetada pela restrição, disse que as operações de abate e produção de carne bovina dedicadas ao mercado chinês seriam retomadas imediatamente, segundo comunicado ao mercado nesta manhã.

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A empresa vende carne bovina para a China a partir de sete unidades na América do Sul, com capacidade de abate de aproximadamente 10.000 cabeças de gado por dia.

Em comentário a clientes, analistas do BTG Pactual escreveram que a liberação está em linha com seu cenário-base, apesar da demora para sua confirmação, destacando que a Minerva é a principal beneficiada considerando sua a maior exposição no consolidado para a China.

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