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Fintech de financiamento de projetos de energia solar capta R$ 160 milhões em rodada série B

Com os recursos, a Solfácil quer dobrar a sua rede de fornecedores e expandir suas linhas de crédito.

Redação
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Paulo Vitale/Divulgação
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O CEO e fundador da Solfácil Fábio Carrara

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A fintech Solfácil, que oferece planos de investimento para a instalação de sistemas de energia solar, vai intensificar o seu plano de crescimento. A companhia pretende não só dobrar o número de parceiros fornecedores da tecnologia energética, mas também ter uma maior flexibilidade para suas linhas de financiamento. Para concretizar esses objetivos, a startup anunciou hoje (23) a captação de R$ 160 milhões em rodada série B. O fundo norte-americano QED Investors liderou o aporte, que também contou com a participação da Valor Capital Group.

Em operação desde 2015, a Solfácil oferece planos de financiamento para clientes individuais e empresas que desejam instalar um sistema de energia solar em suas residências, condomínios, indústrias e comércios. O limite de crédito oferecido é de R$ 200 mil para projetos de pessoas físicas e de R$ 500 mil para pessoas jurídicas. As linhas possuem condições de pagamento que variam entre dois e 10 anos. A promessa da startup é de que as parcelas são, em média, 30% mais baratas do que as contas de luz tradicionais.

SAIBA MAIS: Veja quanto custa implementar um sistema de energia solar na sua casa

Nos últimos 12 meses, a empresa cresceu 20 vezes em faturamento com uma rede de 5.000 fornecedores dos sistemas de energia solar. A perspectiva é de que, com os recursos captados, a Solfácil dobre esse número para 10 mil e atinja R$ 1 bilhão em financiamentos de projetos até dezembro deste ano. Para 2022, o valor estimado é de R$ 2,5 bilhões.

A aposta da empresa é de que a atratividade da matriz energética solar e sua baixa penetração nas residências brasileiras serão os fatores que estimularão o seu crescimento. “Apesar de 93% das pessoas desejarem instalar energia solar em suas casas, poucas têm recursos suficientes para fazer o investimento necessário”, afirma o CEO e fundador da Solfácil, Fábio Carrara. “A nossa linha de financiamento soluciona esse problema, já que o Brasil ainda tem muito espaço para crescimento. Apenas 0,6% das residências usam energia solar distribuída no país.”

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