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11 museus para aprender mais sobre o agro, o meio ambiente e se divertir

Coloque na sua agenda espaços em todo o Brasil que contam a história dos humanos ligadas à agricultura, pecuária e a fauna do país.

Erich Mafra
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Cecília Bastos/USP
Cecília Bastos/USP

Através de histórias e artefatos do passado, museus podem nos ensinar mais sobre temas como agricultura e o meio ambiente

Acessibilidade


Visitar um museu pode ser, antes de tudo, divertido. Muitos lugares, além dos ricos acervos, estão em localidades agradáveis, com lojas e até restaurantes e bares nas redondezas ou como parte das instalações do museu. No Brasil há cerca de 3.900 museus em atividade, segundo o Ibram (Instituto Brasileiro de Museus). Parte deles contam a história do agronegócio, mostrando alimentos, processos de produção e fauna dos vários biomas.

Conhecer todos de perto pode ser desafiador, principalmente durante uma pandemia. Alguns museus, com histórias ligadas ao agro e ao meio ambiente, valem a viagem. Para os vacinados e com cuidados higiênicos, já dá para pensar em colocá-los na agenda. Afinal, como certa vez a arquiteta Lina Bo Bardi afirmou: “o passado não volta. Importante é a continuidade e o perfeito conhecimento de sua história. A defesa do patrimônio cultural não pode ter fraturas.” 

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Além de ensinar sobre nossas heranças históricas e a evolução de conceitos ligados à pesca e agricultura, alguns museus também trazem experiências interativas. No caso dos alimentos, degustação de delícias regionais são imperdíveis e importantes para a economia do local.

Para ajudar na escolha de qual museu visitar, separamos abaixo 11 dicas que não podem ficar fora da sua agenda: 

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  • Museu do Café

    Localizado no edifício Bolsa Oficial de Café em Santos, município do litoral paulista, o Museu do Café é um passeio que impressiona pelo acervo e por sua rara beleza. E, claro, degustar ótimos cafés de várias regiões produtoras, apreciar a bela arquitetura do prédio inaugurado em 1922 e modernizado até o final dos anos 1970. O espaço também conta com cursos presenciais e online para detalhar técnicas para o preparo de um bom café. Vale, também, gastar o resto do dia no entorno do museu, que também tem uma bela arquitetura, restaurantes e feiras de artesanato. Outras informações: http://www.museudocafe.org.br/

    Divulgação/Museu do Café
  • Centro Cultural Castrolanda

    Composto pelo Memorial da Imigração Holandesa e o Museu Histórico de Castrolanda (PR), o Centro Cultural de Castrolanda promete fazer com que seu visitante sinta-se em uma colônia holandesa. O espaço possui biblioteca, exposições sobre a imigração holandesa para a região e o “De Immigrant”, moinho que é considerado um dos maiores do mundo com suas pás de 26 metros de envergadura. Além de aprender mais sobre a cultura da região, o visitante pode experimentar delícias típicas no restaurante do centro cultural. Outras informações: http://www.moinhocastrolanda.com.br/

    Divulgação/CentroCultural de Castrolanda
  • Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia

    Localizada no município de Pompeia, interior de São Paulo, a Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia possui um museu para contar a história do fundador da Jacto, referência mundial em máquinas agrícolas. Imigrante japonês, Nishimura chegou ao Brasil em 1932, em busca de uma vida nova. Sua história serve de referência de parte da imigração japonesa sobre empreendedorismo. Trabalhou em lavoura de café e utilizou seu conhecimento em mecânica para abrir uma oficina e consertar todo tipo de item que recebesse. Em 1949, transformou a oficina na empresa Máquinas Agrícolas Jacto. O Museu Shunji Nishimura conta essa história em detalhes. Outras informações: http://www.fsnt.com.br/

    Divulgação/FSNT
  • Museu de História do Pantanal

    O Museu de História do Pantanal fica localizado no Porto Geral da cidade de Corumbá (MT). O acervo faz uma retrospectiva da vida pantaneira através de “conteúdos ligados à arqueologia, etnologia, história e antropologia social”. O espaço conta a história da ocupação humana na região, mostrando parte da riqueza cultural e biológica do Pantanal. E aproveite os arredores para apreciar a arquitetura do Casario do Porto Geral, do período em que a Corumbá tinha o terceiro maior porto fluvial da América Latina. O museu não possui site ativo, mas há uma página no Facebook e informações na página O museu não possui site ativo, mas uma página no Facebook e informações em http://museus.cultura.gov.br/espaco/8098/

    Divulgação/Iphan
  • Centro Cultural Sítio Roberto Burle Marx

    O artista plástico Roberto Burle Marx é uma das principais referências brasileiras em paisagismo. Justamente por isso, o Centro Cultural Sítio que leva o seu nome, localizado no Rio de Janeiro, é uma visita obrigatória para qualquer amante do meio ambiente. O espaço com 405 mil metros quadrados e 3.500 espécies de plantas reflete toda a história do paisagista através de suas obras e objetos pessoais. O centro cultural está localizado na Barra de Guaratiba. Outras informações: https://sitiorobertoburlemarx.org.br

    Divulgação/Iphan
  • Instituto Butantan

    O Instituto Butantan pode ter ganhado maior notoriedade no Brasil graças à sua atuação na pandemia de Covid-19, mas o ambiente de pesquisa também possui atrações interessantes para o público leigo. Em São Paulo, o Butantan está no mesmo endereço de dois museus e um serpentário. Ideal para crianças em fase de aprendizado sobre ciência, os espaços são repletos de informações sobre biologia, microbiologia e meio ambiente. Outras informações: https://www.butantan.gov.br/atracoes

    Divulgação/Instituto Butantan
  • Museu de Pesca

    Localizado em um casarão de 1908 em Santos (SP), o Museu da Pesca é um prato cheio para quem gosta desta modalidade econômica, importante na história do homem, e que também é um esporte. Além de maquetes de embarcações, o ambiente conta com exemplares taxidermizados ou de ossada de peixes, crustáceos, aves e mamíferos marinhos. Segundo o museu, o objetivo é divulgar “conhecimentos originados do estudo do ambiente aquático e da tecnologia aplicada para a exploração racional de recursos marinhos e de águas continentais”. Outras informações: https://www.pesca.sp.gov.br/museu-de-pesca

    Divulgação/Iphan
  • Museu do Traje e do Têxtil

    Parte do Instituto Feminino da Bahia, o Museu do Traje e do Têxtil, em Salvador (BA), promete uma idílica viagem através da história das indumentárias no Brasil. Na capital baiana está um dos maiores acervos de moda da América Latina. As 6.000 peças de vestimentas do museu foram criadas com materiais como algodão, linho, seda, renda e lã, desde o século 19 até os dias atuais. Múltiplas histórias são contadas, por peças de figuras históricas como escravas ou a princesa Isabel. Outras informações: https://institutofeminino.org.br/traje-textil/

    Divulgação/Instituto Feminino da Bahia
  • Museu Socioambiental de Itaipu

    Com 1.040 peças, o Museu Socioambiental de Itaipu, localizado em Niterói (RJ), é um deleite aos fãs de arqueologia. Embora não seja considerada científica, pois muitas peças não possuem datação, a exposição conta a história da relação entre o homem e o ambiente. Muitos itens do museu contam a evolução da pesca na região, marcada pela presença de povos indígenas. Outras informações: http://museudearqueologiadeitaipu.museus.gov.br/

    Divulgação/Iphan
  • Museu de Zoologia da USP

    O Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, na capital paulista, é um dos lugares mais indicados para conhecer diferentes tipos de animais e insetos. E claro, conhecer um pouco mais sobre a evolução do ser humano. O início da formação do acervo vem de 1890, representando hoje um dos maiores da América Latina na área. São 10 milhões de exemplares preservados. Há atrações como dinossauros e uma preguiça-gigante do período quaternário (cerca de 2,6 a 0,01 milhão de anos atrás). Além do passeio presencial, o museu também pode ser visitado através de um tour virtual 360º gratuito. O tour virtual está na página https://vila360.com.br/tour/mzusp/

    Cecília Bastos/USP
  • Museu do Doce

    Aberto em 2013 pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e UFPel (Universidade Federal de Pelotas), o Museu do Doce, no município gaúcho, promete uma experiência gastronômica para os amantes de delícias açucaradas. Além de contar a história da tradição doceira da região e das principais lojas, o museu possui um acervo com instrumentos criados para a produção das guloseimas. A instituição também busca manter viva a união dos doceiros da região e até já criou um grupo online para que as pessoas compartilhem suas receitas. Fora isso, o acervo também retrata a história local de importantes instituições, entre elas a Embrapa. Outras Informações: https://wp.ufpel.edu.br/museudodoce/

    Divulgação/Museu do Doce

Museu do Café

Localizado no edifício Bolsa Oficial de Café em Santos, município do litoral paulista, o Museu do Café é um passeio que impressiona pelo acervo e por sua rara beleza. E, claro, degustar ótimos cafés de várias regiões produtoras, apreciar a bela arquitetura do prédio inaugurado em 1922 e modernizado até o final dos anos 1970. O espaço também conta com cursos presenciais e online para detalhar técnicas para o preparo de um bom café. Vale, também, gastar o resto do dia no entorno do museu, que também tem uma bela arquitetura, restaurantes e feiras de artesanato. Outras informações: http://www.museudocafe.org.br/

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