Santander retorna para a F1 com patrocínio à Ferrari

Como parte do acordo com a Scuderia, banco espanhol irá assessorar a equipe italiana com práticas de ESG .

Luiz Gustavo Pacete
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Desde 2020, o Santander é carbono neutro em suas próprias atividades e, por meio da Ferrari, quer fortalecer esse posicionamento em 2022 (Crédito: Getty Images)

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O banco Santander está retornando à F1, desta vez, como patrocinador da Scuderia Ferrari. A parceria levará o logo da instituição financeira para locais de destaque no carro, kit de corrida e boné da equipe. Como parte do acordo, o Santander oferecerá à Ferrari soluções para apoiar os planos de ser neutra em carbono até 2030. “O Santander está comprometido com a luta contra as mudanças climáticas e chegamos para ajudar com a construção de uma indústria automotiva sustentável”, declara Ana Botín, presidente do Banco Santander. “Esta aliança com a Ferrari vai acelerar o desenvolvimento das duas empresas nessa área”, conclui.

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Desde 2020, o Santander é carbono neutro em suas próprias atividades e, até 2050, tem a ambição de alcançar emissão líquida zero para todas as emissões dos seus clientes, como informa a própria empresa. John Elkann, presidente da Ferrari, reforça a importância da parceria. “É uma honra ter como parceiro um líder financeiro global como o Banco Santander, que também se destaca por sua liderança global no financiamento de energias renováveis e na assessoria em projetos ESG (fatores ambientais, sociais e de governança corporativa).”

O Banco Santander fez parte da Fórmula 1 de 2007 a 2017 e mantinha uma aliança de sucesso com a Scuderia Ferrari desde 2010. Além da F1, o Santander também é um dos principais patrocinadores do futebol na Europa e na América Latina, o que inclui LaLiga Santander na Espanha e a Conmebol Libertadores.

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