9 filmes para refletir sobre o uso das redes sociais

Do hit “A Rede Social”, sobre o Facebook, ao polêmico documentário “O Dilema das Redes”, lista reúne produções que questionam o impacto do uso de plataformas digitais nas relações sociais.

Rebecca Silva
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“A Rede Social” conta os bastidores da criação do Facebook

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É difícil lembrar de como fazíamos algumas atividades antes do surgimento das redes sociais. Elas tornaram a comunicação mais prática e instantânea, facilitando a execução de tarefas profissionais e pessoais.

Cada um pode dizer que tem a sua rede social favorita de acordo com as suas preferências. Há quem goste da rapidez do Twitter. Outros preferem navegar pelos feeds produzidos para o Instagram. O caráter mais profissional do LinkedIn pode ser perfeito para alguns, mas a espontaneidade do Tik Tok pode encantar outros.

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Do finado Orkut ao bem-sucedido Twitch, os brasileiros dominam as plataformas sociais. De acordo com o relatório “Digital 2021”, realizado pela We Are Social e a Hootsuite, nós gastamos uma média de 3 horas e 42 minutos por dia nas redes sociais. Entre 2020 e 2021, o número de usuários brasileiros aumentou em 10 milhões, chegando ao total de 150 milhões.

Recentemente, muito tem se discutido sobre o impacto das redes sociais nas relações humanas e o uso indevido de dados para interesses escusos, sem o consentimento dos usuários das plataformas, para manipulação da opinião pública.

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Pensando nisso, a Forbes Brasil selecionou nove filmes, entre longas de ficção e documentários, para entender o mecanismo por trás das redes e refletir sobre o seu uso.

Se este é um assunto que lhe interessa, conheça, na galeria de imagens abaixo, as 9 indicações de filmes sobre redes sociais:

  • “A Rede Social”

    Disponível para aluguel no Google Play

    Talvez o principal filme sobre o assunto, “A Rede Social” conta a história da criação do Facebook. Enquanto era estudante de Harvard, Mark Zuckerberg decidiu criar uma plataforma para que os usuários pudessem avaliar as estudantes da faculdade. O que começou com uma brincadeira se transformou na versão embrionária do Facebook, rede social pensada para uso exclusivo de universitários. O longa mostra as polêmicas em torno da plataforma e as brigas e batalhas judiciais entre os criadores, incluindo o brasileiro Eduardo Saverin, o bilionário mais rico do Brasil.

    O filme, baseada no livro “Bilionários por Acaso”, de Ben Mezrich, ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, e contou com um time de peso na produção: a direção é de David Fincher, o roteiro é de Aaron Sorkin e o ator Kevin Spacey atuou como produtor executivo.

    Reprodução
  • “O Dilema das Redes”

    Disponível na Netflix

    O documentário chegou à Netflix em plena pandemia, em um momento em que o uso das redes sociais estava crescendo por causa do isolamento social. Nele, especialistas do Vale do Silício que já trabalharam em companhias como Google, Facebook, Instagram, Pinterest e Twitter abrem o jogo sobre o impacto das redes sociais na democracia e na humanidade, mostrando como elas foram idealizadas para moldar nossos comportamentos. A produção também acende um sinal vermelho sobre a venda dos dados dos usuários.

    Reprodução/Netflix
  • “Buscando…”

    Disponível para aluguel no Google Play, Apple TV e Looke

    O filme faz parte de um gênero de suspense e terror que se aproveitou do crescimento das redes sociais para trazê-las para dentro da tela grande. A tela do computador é reproduzida para os espectadores, que se sentem parte da história, em uma forma nova de quebrar a quarta parede. Neste longa, um pai faz uso das redes sociais para traçar os últimos passos da filha, que está desaparecida. Conversa com amigos dela via Skype, revê publicações no Facebook e Instagram, acompanha notícias pelo Twitter e encontra vídeos no YouTube. Indo além da premissa principal do filme, que é encontrar a jovem desaparecida, a produção nos leva a refletir sobre as pegadas que deixamos online e como podemos ser observados sem perceber.

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  • “Nerve”

    Disponível no Amazon Prime Video, Telecine Play e Netflix

    O longa nos apresenta uma nova rede social, o jogo Nerve. Nele, as pessoas se dividem entre observadores e jogadores, que interagem por meio de desafios e tarefas. A jovem Vee é uma garota comum, prestes a sair do ensino médio que, após ter uma briga com a melhor amiga, decide se inscrever no jogo para mostrar que tem coragem e atitude. O filme promove uma reflexão sobre o incentivo que recebemos ao ganhar likes e comentários positivos e até onde o ser humano pode ir por atenção.

    Reprodução/Netflix
  • ”O Círculo”

    Disponível para aluguel no Apple TV e Google Play

    O Círculo é uma das empresas mais poderosas do planeta, nos moldes do Google e do Facebook. Ela é responsável por conectar os e-mails dos usuários com suas atividades diárias e outros detalhes de suas vidas privadas. Mae (Emma Watson) é contratada para trabalhar na companhia e acredita que todos os seus problemas acabaram, empolgada com a possibilidade de trabalhar com as pessoas mais poderosas do mundo. Depois de chamar a atenção do líder da empresa, Bailey (Tom Hanks), ela é convidada a abrir sua vida para o público, com câmeras a acompanhando por todos os lados. O que de início parece interessante, porque Mae precisa de dinheiro para ajudar o pai doente, ela logo percebe que a liberdade faz falta.

    Reprodução
  • ”Privacidade Hackeada”

    Disponível na Netflix

    O documentário aborda o escândalo da empresa de consultoria Cambridge Analytica e do Facebook, quando informações pessoais de 240 milhões de usuários foram hackeadas para criar perfis políticos e influenciar as eleições norte-americanas de 2016 e o resultado do Brexit. Um professor reconta a história quando embarca na jornada de levar o caso à corte, em busca de proteção de seus dados pessoais, tomados sem seu consentimento ao responder um quiz no Facebook.

    Reprodução/Netflix
  • ”Homens, Mulheres e Filhos”

    Disponível para aluguel no Google Play e Apple TV

    Adultos, adolescentes e crianças amam, sofrem, se relacionam e compartilham tudo, sempre conectados. A internet é onipresente e, nesta grande rede em que o mundo se transformou, as ideias de sociedade e interação social ganham um novo significado. O filme apresenta algumas situações para mostrar o impacto da internet e das redes sociais nas relações humanas, como um casal sem intimidade, uma jovem com distúrbios alimentares e um adolescente viciado em pornografia virtual.

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  • “Rede de Ódio”

    Disponível na Netflix

    Thriller polonês que gira em torno de um jovem que, após ser expulso da faculdade, consegue um emprego em uma agência de marketing que trabalha para danificar a imagem de pessoas públicas. Ele passa a fazer sucesso incitando ódio nas redes sociais, atacando de influenciadores digitais a políticos famosos. Porém, a crueldade do mundo virtual não passa despercebida no mundo real e ele precisa pagar um preço alto pelo que faz online.

  • “Ingrid Vai Para o Oeste”

    Disponível para aluguel no Google Play e Apple TV

    Ingrid (Aubrey Plaza) é uma jovem que idolatra influenciadores digitais. Um dia, ela decide abandonar tudo e se mudar para perto de Taylor Sloane (Elizabeth Olsen), sua influenciadora favorita, com o plano de se tornar sua melhor amiga. O longa propõe uma reflexão sobre os ídolos criados pelas redes sociais e as vidas perfeitas que são compartilhadas nos perfis digitais.

    Reprodução

“A Rede Social”

Disponível para aluguel no Google Play

Talvez o principal filme sobre o assunto, “A Rede Social” conta a história da criação do Facebook. Enquanto era estudante de Harvard, Mark Zuckerberg decidiu criar uma plataforma para que os usuários pudessem avaliar as estudantes da faculdade. O que começou com uma brincadeira se transformou na versão embrionária do Facebook, rede social pensada para uso exclusivo de universitários. O longa mostra as polêmicas em torno da plataforma e as brigas e batalhas judiciais entre os criadores, incluindo o brasileiro Eduardo Saverin, o bilionário mais rico do Brasil.

O filme, baseada no livro “Bilionários por Acaso”, de Ben Mezrich, ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, e contou com um time de peso na produção: a direção é de David Fincher, o roteiro é de Aaron Sorkin e o ator Kevin Spacey atuou como produtor executivo.

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