Moët & Chandon personaliza garrafas com cristais Swarovski

As garrafas com cristais fazem parte da estratégia da Moët para atender o cliente brasileiro em um momento de novos modos de consumo e aceleração do digital.

Mariana Weber
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Além da escrita com cristais, a Moët trouxe para o Brasil uma máquina de gravação em vidro para assinar garrafas

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A marca francesa de champagne Moët & Chandon traz de volta ao Brasil o Atelier Moët, uma ferramenta online que permite customizar garrafas com cristais Swarovski. Na loja virtual, o cliente escolhe o tamanho da garrafa e o tipo de bebida — Impérial Brut ou Rosé Imperial — e escreve a mensagem desejada. Há limite de caracteres: 7 para as garrafas de 750ml, 14 para as de 1,5l e 16 para as de 3l. Os valores variam entre R$ 669,99 e R$ 4.769,99, fora frete.

As garrafas com cristais — em média 200 por unidade, aplicados à mão — fazem parte da estratégia da Moët para atender o cliente brasileiro em um momento de novos modos de consumo e aceleração do digital. E personalização é um recurso atraente para o público consumidor da marca no país, segundo Catherine Petit, diretora da Moët Hennessy no Brasil. “A Moët já é um produto de luxo muito desejado. Os cristais Swarovski adicionam um toque de customização que acreditamos que funciona aqui”, diz Catherine.

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Criado em 2006 na França, o Atelier foi lançado pelo Brasil em 2009, mas agora volta em uma nova versão, com uma experiência de navegação mais agradável. “Ele tinha um foco maior em ocasiões especiais. Agora decidimos ressuscitar o projeto porque nos demos conta de que o consumidor está procurando presentes mais customizados.”

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Catherine Petit é diretora da Moët Hennessy no Brasil

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Além da escrita com cristais, a Moët trouxe para o Brasil uma máquina de gravação em vidro para assinar garrafas. O equipamento já foi posto em funcionamento no Empório Santa Maria, em São Paulo. “No Dia dos Namorados formou fila”, diz a diretora da Moët Hennessy. “O brasileiro gosta dessa variedade, de sempre oferecer uma coisa diferente, especial. Trabalhamos muito isso. E [no caso da máquina] tem esse em cima da hora que é bem daqui também.”

Vinda de Paris, mas com uma experiência anterior de 15 anos vivendo no Brasil, Catherine assumiu a direção da marca no país em março de 2020. Por causa da pandemia, chegou e foi direto para um quarto de hotel, onde ficou por três meses. “Foi ainda mais um desafio de se redefinir, não ter medo de ousar, trabalhar em novos canais, se aproximar do consumidor”, diz. “Estamos olhando muito para experiências e para a preocupação dele com qualidade e sustentabilidade.”

Segundo a diretora, as vendas aceleraram no primeiro trimestre de 2021 — 15% acima do primeiro semestre de 2019. “Temos que focar nos novos modos de consumo: em casa, em pequenas reuniões e não mais grandes celebrações. No digital também”, diz. “Mas acho que o on trade vai retomar e as pessoas vão começar a curtir mais. Depende muito da vacinação, mas estamos otimistas.”

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