Os 13 melhores lançamentos de livros para conferir em setembro

Em contato com grandes editoras nacionais, a Forbes Brasil fez uma seleção de obras que vão de títulos de negócios até ficção

Beatriz Calais e Giovanna Simonetti
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Novos relatórios mostram que as vendas de livros no primeiro semestre tiveram um aumento de 46% em volume e de 37% em faturamento na comparação com o mesmo período de 2020

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De títulos de negócios a ficção, a equipe da Forbes fez uma seleção das melhores novidades editoriais do mês. Uma amostra do que vem sendo lançado no Brasil em um momento em que o setor de livros retoma o fôlego depois de um período de queda no faturamento e na produção de novos títulos.

Em 2020, 314 milhões de exemplares de livros foram produzidos, em comparação com 395 milhões em 2019, enquanto o faturamento do mercado caiu 8,8%, segundo dados levantados pela CBL (Câmara Brasileira do Livro), pelo SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) e pela Nielsen Books. Mas novos relatórios mostram que é possível ser otimista em 2021: as vendas de livros no acumulado do primeiro semestre tiveram um aumento de 46% em volume e de 37% em faturamento na comparação com o mesmo período de 2020.

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Confira, na galeria abaixo, 13 dos melhores lançamentos editoriais de setembro:

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    “Federer: O homem que mudou o esporte”, Christopher Clarey

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    Editora: Intrínseca

    Na lista de tenistas mais bem pagos de 2021, divulgada ontem (30) pela Forbes, Roger Federer aparece novamente em primeiro lugar, com ganhos de US$ 90,6 milhões (antes de impostos) nos últimos 12 meses. Além disso, o esportista de 40 anos está empatado com Rafael Nadal e Novak Djokovic no recorde de 20 títulos individuais no Grand Slam – os quatro eventos anuais mais importantes do tênis mundial. No lançamento da Editora Intrínseca, o jornalista norte-americano Christopher Clarey, especializado em tênis há mais de 30 anos, transforma a trajetória do tenista em uma narrativa íntima que fala sobre talento e reflete sobre a capacidade de permanecer no topo por muito tempo. O autor sabe do que está falando: esteve em Paris durante a estreia do suíço no esporte, ainda adolescente, e foi quem mais realizou entrevistas exclusivas com ele.

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    “Invencível”, Abraham Riesman

    Editora: Globo

    O jornalista norte-americano Abraham Riesman realizou mais de 150 entrevistas e investigou milhares de páginas de arquivos particulares para traçar a biografia do icônico artista e empreendedor Stanley Martin Lieber, mais conhecido como Stan Lee. Editor-chefe da Marvel por três décadas, onde foi responsável pela criação de personagens como Homem-Aranha, Thor e Pantera Negra, Lee teve uma carreira repleta de altos e baixos, com inimizades e fracassos – assim como qualquer mero mortal.

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    “O jeito de ser Magalu”, César Souza

    Editora: Rocco

    Primeiro volume de uma série de livros sobre empresas brasileiras que a Editora Rocco pretende lançar ao longo dos próximos meses, “O jeito de ser Magalu”, escrito por César Souza, palestrante e presidente do Grupo Empreenda, conta a história de sucesso da rede varejista Magazine Luiza. Comandada atualmente por Frederico Trajano, a empresa teve grande sucesso durante a gestão de Luiza Helena Trajano, que está na lista de bilionários da Forbes com um patrimônio estimado em R$ 23,5 bilhões. A ideia da série é mostrar cases de companhias que deram certo e que podem servir de inspiração para outros executivos e líderes empresariais.

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    “História de uma vacina”, Sue Ann Costa Clemens

    Editora: Intrínseca

    Sue Ann Costa, médica, professora e pesquisadora brasileira, foi responsável por coordenar os estudos da vacina contra a Covid-19 em centros de testagem do Brasil. Docente de Oxford, chefe do comitê científico da Fundação Bill e Melinda Gates e responsável pela criação do primeiro mestrado em vacinologia do mundo, na Universidade de Siena, a autora conta com um currículo extenso e decidiu, na obra “História de uma vacina”, narrar a trajetória de luta dos pesquisadores em busca de um imunizante para o coronavírus no último ano. Ao relatar desde conversas com universidades de todo o mundo até a chegada dos primeiros lotes de vacina ao país, ela busca ressaltar a importância da pesquisa científica para o mundo – e o quanto ela precisa de investimento para seguir em frente.

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    “Morder um pêssego”, David Chang e Gabe Ulla

    Editora: Companhia de Mesa

    Este livro de memórias aborda de forma bem-humorada os sucessos e as decepções de um dos grandes nomes da culinária mundial: o chef, restaurateur e apresentador de TV norte-americano David Chang, dono do restaurante de comida asiática Momofuku e à frente de programas como “Ugly Delicious” e “Breakfast, Lunch & Dinner”, da Netflix. Best-seller do “The New York Times”, a obra mistura relatos da história pessoal de Chang (um filho de imigrantes nos EUA, formado em teologia e que estudou gastronomia por apenas seis meses antes de se tornar um dos maiores chefs do mundo) com histórias de bastidores dos restaurantes.

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    “Respire: uma vida em movimento”, Peter Maguire e Rickson Gracie

    Editora: Harper Collins

    Em uma espécie de autobiografia, o campeão brasileiro de jiu-jitsu Rickson Gracie conta como foi crescer em uma família ligada ao esporte e relembra momentos marcantes de sua carreira, com relatos que vão desde a infância, no Rio de Janeiro, até as grandes conquistas que marcaram sua carreira em sua passagem pelo Japão. Invicto desde o fim dos anos 1970 até a sua última luta em 2000, Gracie faz do livro um espaço para compartilhar histórias e lições sobre como vencer desafios – seja no esporte ou na vida executiva.

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    “Felicidade por acaso”, Daniel Gilbert

    Editora: Objetiva

    Ser feliz sempre foi uma obsessão dos seres humanos, com inúmeras receitas e expectativas de que um dia conseguiremos atingir a felicidade plena. Mas não é bem assim que o professor de psicologia na Universidade Harvard Daniel Gilbert pensa: para ele, nunca seremos tão felizes quanto a imaginação idealiza – e quando algo que realmente queríamos se torna realidade, a felicidade não dura tanto quanto esperávamos. Com base em diversas pesquisas em psicologia, neurociência cognitiva, filosofia e economia comportamental, ele apresenta no livro o que os cientistas descobriram sobre a capacidade que só os humanos têm de imaginar o futuro – e por que somos tão ruins nisso e o que podemos fazer para tentar aproveitá-la melhor.

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    “O drible da vaca”, Mario Prata

    Editora: Record

    Para aqueles que gostam de futebol, “O drible da vaca”, do jornalista e dramaturgo Mario Prata – responsável por novelas como “Estúpido Cupido”, de 1976 -, é um divertido romance sobre a origem do esporte mais assistido do Brasil. Trocando passes entre o real e o imaginário, a narrativa brinca com a história sem se limitar à veracidade. O narrador da obra, por exemplo, é um britânico chamado John H. Watson, um professor de educação física que anos depois se torna mundialmente conhecido como o futuro parceiro de Sherlock Holmes. Na Universidade de Cambridge, na Inglaterra de 1859, Watson revela detalhes cheios de senso de humor sobre os primórdios do futebol.

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    “Ruído”, Daniel Kahneman, Olivier Sibony e Cass R. Sunstein

    Editora: Objetiva

    Escrito pelos autores dos best-sellers “Rápido e devagar” e “Nudge: como tomar melhores decisões sobre saúde, dinheiro e felicidade”, “Ruído” busca ajudar as pessoas a tomar decisões e resolver problemas de maneira mais assertiva – sendo capazes de deixar de lado os “ruídos” e os vieses que nos impactam de forma negativa. “Todos os acadêmicos, formuladores de políticas públicas e líderes deveriam ler este livro”, escreveu o jornal “The Washington Post”.

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    “A arte de se agradar”, Emma Reed Turrell

    Editora: Fontanar

    Em “A arte de se agradar”, a psicóloga Emma Reed Turrell fala de como se libertar da necessidade de agradar a todo mundo – algo típico de quem quer evitar a rejeição, mas que mais nos atrapalha do que ajuda. A obra promete ensinar a aceitar o julgamento em vez de evitá-lo e como se sentir melhor quando não conseguir agradar a alguém (e ser você mesmo, sem medo da desaprovação).

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    “O maior revolucionário das Américas”, Sudhir Hazareesingh

    Editora: Zahar

    A obra conta a história de Toussaint Louverture, ex-escravo que se tornou a figura mais emblemática da Revolução Haitiana ao lutar pela igualdade na colônia franco-caribenha hoje conhecida como Haiti. General do exército francês, ele liderou uma enorme revolta de escravos, que resultou na proclamação de independência da primeira república negra livre no mundo. Foi considerado um dos livros do ano pela “The Economist” e venceu o Wolfson History Prize, prêmio de não ficção mais importante da Inglaterra.

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    “Rusty Brown”, Chris Ware

    Editora: Quadrinhos na Cia

    O autor de “Jimmy Corrigan – o menino mais esperto do mundo” volta às livrarias com um novo romance gráfico, que reúne quatro histórias pessoais interligadas: a de um jovem solitário que sofre bullying, o valentão que o atormenta na escola, seu pai e uma professora negra em uma escola predominantemente branca. A obra reflete sobre empatia, trauma, preconceito, memória e as muitas conexões invisíveis que unem as pessoas.

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    “Não aguento mais não aguentar mais: como os millennials se tornaram a geração do burnout”, Anne Helen Petersen

    Editora: Harper Collins

    Em janeiro de 2019, a jornalista Anne Helen Petersen escreveu um artigo sobre a relação entre millennials e burnout que viralizou nas redes sociais. Foi a partir desse texto que a autora decidiu mergulhar mais a fundo no assunto e lançar o livro, que analisa como os millennials chegaram ao ponto de total exaustão e como isso afeta suas vidas.

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“Federer: O homem que mudou o esporte”, Christopher Clarey

Editora: Intrínseca

Na lista de tenistas mais bem pagos de 2021, divulgada ontem (30) pela Forbes, Roger Federer aparece novamente em primeiro lugar, com ganhos de US$ 90,6 milhões (antes de impostos) nos últimos 12 meses. Além disso, o esportista de 40 anos está empatado com Rafael Nadal e Novak Djokovic no recorde de 20 títulos individuais no Grand Slam – os quatro eventos anuais mais importantes do tênis mundial. No lançamento da Editora Intrínseca, o jornalista norte-americano Christopher Clarey, especializado em tênis há mais de 30 anos, transforma a trajetória do tenista em uma narrativa íntima que fala sobre talento e reflete sobre a capacidade de permanecer no topo por muito tempo. O autor sabe do que está falando: esteve em Paris durante a estreia do suíço no esporte, ainda adolescente, e foi quem mais realizou entrevistas exclusivas com ele.

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