Maior diamante azul do mundo a ser leiloado deve ser vendido por R$ 247,5 milhões

O diamante De Beers Cullinan Blue de 15,10 quilates recebeu as notas mais altas que um diamante colorido pode ter.

Carol Besler
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Foto: Divulgação Sothebys
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O diamante De Beers Cullinan Blue de 15,10 quilates é o maior diamante azul vívido a ser leiloado

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A Sotheby’s vai leiloar o diamante De Beers Cullinan Blue Diamond em abril, durante as vendas da Semana de Luxo de Hong Kong, por uma estimativa inicial de R$ 247,5 milhões (US$ 48 milhões). O diamante de lapidação de 15,10 quilates é o maior diamante azul vívido a ser leiloado e o maior diamante azul vívido de lapidação impecável que o GIA (Instituto Gemológico da América) já classificou.

Os diamantes azuis, que acontecem quando vestígios de boro ficam presos dentro de um diamante bruto enquanto ele está sendo formado, são extremamente raros. De acordo com a Sotheby’s, apenas cinco exemplares com mais de 10 quilates já foram leiloados, nenhum dos quais ultrapassou 15 quilates.

O diamante recebeu as classificações mais altas pelas quais a qualidade de um diamante colorido é julgada pelo GIA. O grau de cor é Fancy Vivid Blue, o grau mais alto possível, concedido a não mais de 1% dos diamantes azuis enviados. Em termos de clareza, é internamente impecável e tem excelente polimento, o que resulta em alto retorno de luz e mais brilho.

VEJA TAMBÉM: Maior diamante lapidado do mundo é vendido por R$ 22,2 milhões

Foto: Divulgação Sotheby's
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O diamante recebeu as classificações mais altas pelas quais a qualidade de um diamante colorido é julgada

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A joia foi cortada de um pedaço bruto de 39,34 quilates extraído na mina Cullinan, na África do Sul. A De Beers e a lapidadora de diamantes Diacore compraram o bruto juntos por R$ 207,2 milhões (US$ 40,18 milhões). A mina Cullinan, de propriedade da Petra Diamonds Ltd., que a adquiriu da De Beers em 2008, tem sido a principal fonte mundial de diamantes azuis raros. Foi também a fonte do maior diamante de gema bruta já encontrado, com 3.106 quilates em 1905, que foi lapidado para formar os dois diamantes mais importantes das joias da coroa britânica.

A Diacore, com escritórios em Botsuana, Namíbia e Nova York, já fez parceria com a De Beers na lapidação de grandes diamantes, incluindo o De Beers Millennium Star de 203,04 quilates e o Pink Star, um diamante rosa vívido impecável de 59,60 quilates. “Os diamantes azuis de qualquer tipo são raros no mercado, mas este é o mais raro dos raros; nada de calibre remotamente semelhante apareceu em leilão nos últimos anos, diz Patti Wong, presidente da Sotheby’s Asia.

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