CTNBio aprova segurança de vacina de Oxford, Anvisa dará palavra final para uso

Decisão sobre aplicação emergencial do imunizante deve sair no domingo (17).

Redação
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Sean Elias_Divulgação
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A vacina de Oxford precisa do aval do CTNBio por conter um organismo geneticamente modificado

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O Conselho Técnico Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou a segurança do princípio ativo geneticamente modificado presente na vacina contra Covid-19 Oxford/AstraZeneca, em mais um passo para a vacina que será analisada no domingo (17) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a quem cabe autorizar o uso do imunizante no Brasil.

“Esses 54 membros (do CTNBio) se reuniram hoje e aprovaram por unanimidade essa vacina como sendo uma vacina segura”, disse o presidente do CTNBio, Paulo Barroso, em entrevista coletiva em Brasília.

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“Toda a parte de eficiência dela, toda a parte farmacológica ainda falta ser avaliada pela Anvisa, que também avaliará uma parte das questões de segurança”, afirmou.

Ele explicou que, por conter um organismo geneticamente modificado, a vacina de Oxford, que será produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) precisa também do aval do CTNBio.

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Ao contrário da vacina de Oxford, o imunizante CoronaVac, do laboratório chinês Sinovac, usa a tecnologia de vírus inativado, na qual um vírus morto ou parte de um vírus morto é injetada no paciente para geração de anticorpos.

A Anvisa deve decidir no domingo sobre pedidos de uso emergencial para as vacinas de Oxford e CoronaVac, feitos respectivamente pela Fiocruz e pelo Instituto Butantan. (Com Reuters)

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