Ministério da Saúde acerta compra de 39 milhões doses de vacina Sputnik

As doses serão repassadas ao Governo Federal para uso no Programa Nacional de Imunização, que já conta com as vacinas CoronaVac e AstraZeneca .

Redação
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Ognen Teofilovski/Reuters
Ognen Teofilovski/Reuters

Acordo para compra das doses foi costurado por governadores da região Nordeste, liderados pelo governador da Bahia, Rui Costa

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O Ministério da Saúde acertou a compra de 39 milhões de doses da vacina russa Sputnik contra Covid-19 de um acordo que estava sendo costurado por governadores da região Nordeste, informou o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), que tem liderado as tratativas dos chefes estaduais do país na busca de imunizantes.

Wellington Dias disse que a expectativa é que o acordo seja celebrado na manhã de hoje (12) com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. Segundo ele, os 39 milhões de doses – ao custo de US$ 9,05 cada – devem ser repassados ao governo federal para usar no plano nacional de imunização entre março e julho.

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“O ministério vai comprar as vacinas e com base nessa compra nós vamos garantir as condições de vacinas para todos os brasileiros”, disse.

“Serão 39 milhões de doses já neste contrato e será agendado já pela manhã as condições da contratação de vacina da Sputnik com o fundo soberano russo, com a União Química e com o Ministério da Saúde aqui através deste entendimento com o Consórcio Nordeste”, emendou ele, em vídeo distribuído por sua assessoria.

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O anúncio do acordo ocorreu, segundo o governador, em um encontro virtual entre chefes de Executivo estaduais e o ministro da Saúde. Dias destacou que as tratativas do Consórcio Nordeste para obtenção da Sputnik vinham sendo lideradas pelo governador da Bahia, o petista Rui Costa.

Esse imunizante, entretanto, ainda não possui aval para uso dado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas a intenção é que o ministério compre e possa usar na vacinação de toda a população brasileira.

No pior momento da pandemia no Brasil, nos últimos dias governadores, prefeitos e parlamentares têm pressionado e se movimento para ampliar o número de vacinas disponíveis no país para imunização. (Com Reuters)

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