Ministério da Saúde assina contratos com Pfizer e Janssen por vacinas contra Covid

O acordo prevê a compra de 138 milhões de doses de vacinas contra Covid-19 desenvolvidas pelos dois laboratórios.

Redação
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Dado Ruvic/Reuters
Dado Ruvic/Reuters

A Pfizer já possui registro de uso definitivo da Anvisa, enquanto Janssen tem aprovação nos Estados Unidos e deve receber autorização para uso no Brasil

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O Ministério da Saúde assinou hoje (15) contratos com a Pfizer e a Janssen, da Johnson & Johnson, para comprar um total de 138 milhões de doses de vacinas contra Covid-19 desenvolvidas pelos dois laboratórios, anunciou o ministro da pasta, Eduardo Pazuello.

A informação sobre a assinatura do acordo com a Pfizer por 100 milhões de doses do imunizante desenvolvido pela empresa com a parceira BioNTech fora antecipada mais cedo à Reuters por uma fonte.

O ministério confirmou no início do mês a intenção de comprar 100 milhões de doses das vacinas da Pfizer e outros 38 milhões da Janssen, em mais uma tentativa de acelerar a compra de imunizantes em meio ao pior momento da pandemia no país e com a campanha de vacinação em ritmo lento.

A Pfizer já possui registro de uso definitivo da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), enquanto a vacina da Janssen tem aprovação nos Estados Unidos e em outros países e também deve receber autorização para uso no Brasil.

O secretário-executivo da pasta, Elcio Franco, havia afirmado na última sexta-feira (12) que o governo esperava assinar no início desta semana os contratos para a compra das vacinas Pfizer e Janssen.

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Segundo Pazuello, somando todos os acordos já firmados pela pasta com diferentes laboratórios, o Brasil tem garantidas 562 milhões de doses de vacinas da Covid-19 para o ano de 2021.

Até o momento, no entanto, foram distribuídas apenas cerca de 25 milhões de doses aos estados e municípios, sendo 20,6 milhões de doses da CoronaVac, do laboratório chinês Sinovac, que está sendo envasada pelo Instituto Butantan, e 4 milhões de doses da vacina da AstraZeneca importadas da Índia.

Com a escassez de doses, a vacinação no país tem caminhado a ritmo lento, com apenas cerca de 6% da população acima de 18 anos vacinada com a primeira dose, de acordo com levantamento da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). (Com Reuters)

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