Anvisa autoriza estudo para medir eficácia de 3ª dose de vacina da AstraZeneca

Ricardo Moraes/Reuters
Ricardo Moraes/Reuters

Profissional de saúde aplica vacina da AstraZeneca contra Covid-19 em Duque de Caxias (RJ)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou hoje (19) a realização de um estudo para medir a segurança e a eficácia de uma terceira dose da vacina contra Covid-19 da AstraZeneca, informou o órgão regulador em nota.

De acordo com a Anvisa, o estudo, patrocinado pela AstraZeneca, será feito com os participantes da pesquisa inicial que receberam as duas doses da vacina com um intervalo de quatro semanas entre elas. A terceira dose será aplicada entre 11 e 13 meses após a segunda dose.

LEIA TAMBÉM: Primeiro caso de Covid-19 na Vila Olímpica aumenta a pressão sobre o COI

O estudo será feito somente no Brasil com 10 mil voluntários na Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e São Paulo, segundo nota da Anvisa.

A agência também informou que autorizou estudo clínico para avaliar a segurança e eficácia do medicamento Proxalutamida na redução da infecção viral causada pelo novo coronavírus e no processo inflamatório provocado pela Covid-19.

Este estudo será feito em participantes ambulatoriais do sexo masculino com Covid-19 leve a moderada e é patrocinado pela empresa chinesa Suzhou Kintor Pharmaceuticals.

A pesquisa será realizada na Alemanha, Argentina, África do Sul, Ucrânia, México, Estados Unidos e no Brasil, onde participarão 12 voluntários no Estado de Roraima e outros 38 em São Paulo. (Com Reuters)

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Siga Forbes Money no Telegram e tenha acesso a notícias do mercado financeiro em primeira mão

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

Copyright Forbes Brasil. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, total ou parcial, do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, impresso ou digital, sem prévia autorização, por escrito, da Forbes Brasil ([email protected]).