Como se preparar para boas oportunidades de investimento na retomada pós-crise 

Reprodução Canva
Todo investimento é consequência de um planejamento financeiro, logo, para melhores resultados, é necessário ter boas estratégias

A atual conjuntura remete a uma passagem do livro “Adeus às Armas”, do norte-americano Ernest Hemingway: “O mundo machuca todo mundo. Aos que trazem muita coragem no mundo, esses ficam mais fortes nas partes quebradas”. Hemingway escreve ainda no livro “Por Quem os Sinos Dobram”, que “mais importante que a guerra é quem está ao seu lado na trincheira”.

Esses insights são importantes no momento de enxergar as ações necessárias para alcançar uma condição financeira diferenciada, na esperada retomada do mercado financeiro após esse momento peculiar do mundo em geral. Por isso, esta é a hora de se preparar e entender o que é e como funciona esse mercado.

Universo extremamente amplo na economia, o mercado financeiro é o ambiente onde ocorre as negociações de ativos, onde pessoas e empresas tomam e emprestam, de acordo com o momento. Para participar desse mercado de forma ativa, é preciso se planejar, estar orientado por parceiros capacitados e ter coragem para fazer o dinheiro sobrar.

Por conta disso, é comum a procura por um assessor de investimentos, que nada mais é do que o profissional responsável por auxiliar investidores e potenciais investidores a tomarem suas decisões.

Para investir no mercado financeiro, a primeira dica é elaborar um plano de ação. Todo investimento é consequência de um planejamento financeiro, logo, para melhores resultados, é necessário ter estratégias para resolver problemas e aumentar os ganhos.

Divulgação
O empresário, investidor e consultor financeiro Eduardo Jordão

Os tipos de investimento

No mercado financeiro, os investimentos podem ser de curto prazo, com liquidez até 12 meses; de médio prazo, de 1 a 5 anos; e de longo prazo, a partir de 5 anos. Esses prazos devem sempre estar muito claros na hora da escolha do investimento mais adequado ao tipo de ganho e de liquidez desejados.

A base para sustentar toda decisão de investimento é a liquidez, que é a velocidade na qual podemos resgatar um investimento e transformá-lo em dinheiro disponível; a segurança, que é a medida que mensuramos o risco ao qual estamos dispostos a nos expor em relação aos investimentos; e a rentabilidade, que é o retorno que um determinado investimento pode oferecer ao investidor.

Um bom investimento gera uma rentabilidade acima da inflação. A previdência privada, por exemplo, é muito procurada a fim de complementar a aposentadoria oficial ou até mesmo para atingir objetivos de longo prazo. No entanto, em sua grande maioria, esse tipo de investimento só é vantajoso para os bancos e seguradoras que os vendem.

Existem investimentos no mercado financeiro que, se o dinheiro for aplicado desde cedo, com as características ideais para cada perfil, proporcionam um bom acúmulo, podendo proporcionar uma boa aposentadoria apenas com os rendimentos vindos desse acúmulo gerado.

Tenha inteligência econômica

No mercado financeiro, outra dica valiosa é sempre diversificar os investimentos. Em momentos em que a taxa Selic (a taxa básica de juros) está baixa, o mercado nacional acaba, de certa forma, prejudicado, e os investimentos de renda fixa ficam pouco atrativos, enquanto o mercado internacional, em geral, acaba proporcionando ganhos mais altos até em momentos de crise financeira.

Utilize a regra geral de investimentos

Algumas regras básicas podem ajudar quem está iniciando no mercado financeiro:
– Investir no máximo 50% em renda fixa;
– Investir no máximo 25% em rendimentos variáveis;
– Investir no mínimo 25% do seu capital recorrente.

Um bom investimento gera uma rentabilidade acima da inflação, valoriza o nosso patrimônio e permite que nossos objetivos sejam alcançados. Não se esqueça: a hora de se preparar para o pós-crise é agora.

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