Vantagens do mercado livre de energia vão muito além da economia financeira

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No mercado livre de energia, consumidores têm a possibilidade de escolher o fornecedor, definir o prazo do contrato, a quantidade e até a fonte do recurso

Em um ano totalmente atípico, no qual toda e qualquer expectativa de performance foi atropelada pela pandemia de Covid-19, as empresas estão buscando alternativas para mitigar os impactos nas operações e garantir sua sobrevivência. Enquanto uns aceleraram sua transformação digital e migraram os negócios para o ambiente online, outros investiram na gestão tributária para recuperar impostos pagos em excesso e fortalecer o caixa.

Há, ainda, uma outra possibilidade que precisa ser levada cada vez mais em consideração, principalmente em tempos difíceis – tanto do ponto de vista econômico quanto de preservação do planeta: o mercado livre de energia.

Neste ambiente, vendedores e compradores podem negociar livremente a energia elétrica, ou seja, os consumidores contratam o fornecimento diretamente das geradoras e comercializadoras. Eles têm a possibilidade de escolher o fornecedor, definir o prazo do contrato, a quantidade e até a fonte do recurso.

Segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o mês de setembro terminou com 8.247 consumidores habilitados a operar dessa forma – um aumento de 22% em relação ao mesmo período do ano passado. A entidade também revelou que, mensalmente, são realizadas, em média, 150 novas migrações do mercado regulado (ACR) – o tradicional, no qual o consumidor é abastecido por uma determinada empresa que detém a concessão de distribuição, sem opção de escolha – para o ambiente livre em 2020.

O preço e a previsibilidade dos gastos são, sem dúvida, alguns dos fatores de impulsionamento desse modelo. Levantamento da Associação Brasileira das Comercializadoras de Energia (Abraceel) indica que, nos últimos 17 anos, a diferença de valor entre o mercado regulado e o livre foi de 23% para menos no segundo caso. Uma economia que, claro, gera competitividade.

Mas há outras vantagens, já que a tendência vai ao encontro do anseio da população. Dados de uma pesquisa realizada em outubro pelo IBOPE revelaram que 80% dos brasileiros gostariam de poder escolher sua fornecedora e 17% deles alegaram que a selecionariam com base na geração de energia limpa. O índice pode parecer pequeno, mas vem aumentando ano a ano – era 13% em 2017.

EXPERTISE E FLEXIBILIDADE

Para quem ainda tem receio sobre migrar para esse modelo de operação, a boa notícia é que não é preciso ir muito longe para contar com um parceiro capacitado. A Enel, por exemplo, maior grupo privado de energia do país, com distribuidoras em quatro estados e líder em geração de energia eólica e solar por meio da Enel Green Power, criou, no meio do ano, a Enel Trading, braço da companhia destinado exclusivamente à comercialização de energia no mercado livre.

Por ter uma operação própria de geração, a companhia tem mais flexibilidade do que seus pares para negociar contratos de médio e longo prazos, que conferem maior previsibilidade às empresas e, consequentemente, melhores preços. Para garantir a capilaridade do atendimento, a Enel Trading conta com especialistas qualificados em 14 estados, capazes de analisar a situação dos contratantes e recomendar a melhor solução para cada um deles. Para isso, basta entrar em contato por meio do telefone 0800 0003536 ou acessar o site.

Nem a exigência quanto a demanda mínima contratada – igual ou acima de 500 kW definido por normas vigentes – representa um impasse, já que esse limite pode ser atingido por meio do somatório das demandas contratadas de empresas que tenham a mesma raiz de CNPJ (matriz e filiais em um mesmo submercado) ou do somatório das demandas contratadas de unidades consumidoras em áreas contíguas (sem separação por vias públicas). Isso significa que não são apenas as grandes companhias que podem usufruir dos benefícios do mercado livre de energia.

A empresa aposta, ainda, em avanços na regulamentação. Está no Congresso Nacional um projeto de lei que pretende reduzir os limites de contratação até a abertura completa do mercado livre de energia a todas as faixas de consumo. Atualmente, essa opção abastece cerca de 31% do consumo de todo o país, índice que tem potencial para chegar a 40%/50% num futuro bem próximo. “O projeto em discussão vai desburocratizar o processo e aumentar a eficiência do setor”, conclui Javier Alonso Perez, diretor de Gestão de Energia e Comercialização da Enel Brasil.

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