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Heart Billions: Nátaly Neri

A influencer fala sobre tudo o que pode levar tanto ela quanto seu público a uma vida mais plena, consciente e feliz.

Solange Guimarães
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Victor Affaro
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Nátaly Neri diz que o cerne da nossa conversa na internet é o viver com autonomia – lista Apresentada por Stella Artois

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Com 755 mil seguidores no YouTube e quase 35,5 milhões de views, a influencer Nátaly Neri ganhou destaque por tratar de assuntos intensos e complexos com sensibilidade e acolhimento. Considerada pioneira no país, ela foi uma das apresentadoras da 1ª Parada Virtual do Orgulho LGBTQIA+, transmitida no YouTube no ano passado – ela afirma ter se encontrado na pansexualidade. Aos 27 anos, Nátaly fala sobre raça, gênero, sociedade, sustentabilidade, slow living, amores, beleza e tudo o que pode levar tanto ela quanto seu público a uma vida mais plena, consciente e feliz.

Seu canal Afros e Afins surgiu há seis anos a partir do desejo de compartilhar com o máximo de pessoas suas descobertas pessoais e do novo universo que se abria com a mudança de Assis, no interior de São Paulo, para a capital paulista para cursar ciências sociais. “Eu queria fazer uma ponte. Levar o conhecimento, que até então eu não podia acessar por falta de dinheiro e oportunidade, para outras pessoas como eu”, relembra.

O projeto inicial foi modificado ao longo do tempo principalmente porque Nátaly percebeu que se expor nas redes sociais tem um custo. “A demanda é altíssima. As pessoas querem te consumir, te sugar, e não era esse o meu propósito. Nunca foi meu objetivo ser famosa e ganhar dinheiro. Minhas motivações eram outras. O cerne da nossa conversa na internet é o viver com autonomia. Isso guia todas as outras pautas que incluem sustentabilidade, veganismo, brechó, moda, ativismo ambiental e ferramentas para que as pessoas vivam suas vidas com mais autonomia, tendo mais consciência do que fazem.”

Ela mesma passou por um processo de autoconhecimento e passou a investir em equilíbrio e qualidade de vida. Descobriu que não era tão racional quanto pensava e que ao falar de assuntos como racismo, miséria e injustiça tocava em camadas de subjetividade que a faziam sofrer – muitas vezes, sua dor e frustração eram compartilhadas com os seguidores. “Teve momentos que eu só incitei, soltava a raiva que era minha e do outro, mas não oferecia uma possibilidade, um caminho. Então fui me cuidar, observar meus limites e aprender. Hoje entendo que o posicionamento tem que ser intencional. Todo mundo que se comunica precisa ter responsabilidade, por isso me proponho a oferecer nem que seja uma fagulha de esperança”, diz.

Nesse processo, ela estudou aromaterapia e o uso de óleos essenciais para seu equilíbrio emocional e físico, encontrou a ioga e a medicina ayurveda, descobriu (e ampliou) seus limites e aprendeu a preservar seu espaço pessoal e a olhar a si mesma com mais carinho. “Como um ser que existe além da matéria”, como costuma dizer.

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