Azul tem prejuízo líquido de R$ 2,3 bilhões no 4º trimestre

Forbes Brasil
Forbes Brasil

O prejuízo líquido da Azul foi afetado por despesas consideradas não-recorrentes

A Azul reportou hoje (12) prejuízo líquido de R$ 2,3 bilhões no quarto trimestre de 2019, afetado por despesas consideradas não-recorrentes, e suspendeu as projeções para 2020, além de adotar outras medidas, em razão da incerteza relacionada com o impacto da propagação do coronavírus.

Um ano antes, a empresa teve lucro líquido de R$ 697,2 milhões no mesmo período.

VEJA MAIS: Azul vai operar voo diário Campinas-Nova York a partir de 15 de junho

Em termos ajustados, a companhia aérea teve lucro líquido de R$ 872,8 milhões nos últimos meses do ano passado, ante R$ 375,6 milhões no mesmo período de 2018. Excluindo variação cambial, o lucro ficou em R$ 436,7 milhões entre outubro e dezembro, de R$ 96,6 milhões um ano antes.

A Azul disse também, em comunicado, que está monitorando o impacto potencial do Covid-19 em seus resultados de 2020 e que suspendeu as projeções para o ano. A empresa acrescentou que, com base nas melhores informações disponíveis, também decidiu pela redução da capacidade internacional entre 20% a 30% em relação ao plano original.

A empresa decidiu ainda pela redução do crescimento doméstico de forma preventiva e anunciou que novas contratações estão suspensas, enquanto vai lançar programa de licença não remunerada. A empresa também disse que está em negociação de novas condições de pagamento com parceiros para preservar caixa.

Ainda optou pela continuidade no plano de substituição de E1s por E2s, mas comunicou a suspensão das entregas incrementais.

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

Copyright Forbes Brasil. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, total ou parcial, do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, impresso ou digital, sem prévia autorização, por escrito, da Forbes Brasil ([email protected]).