Tribunal dos EUA rejeita proibição imediata do WeChat

Painel disse que o governo não havia demonstrado que iria "sofrer um dano iminente e irreparável durante a pendência deste recurso".

Redação
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Florence Lo/Reuters
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O WeChat tem uma média de 19 milhões de usuários ativos diários nos Estados Unidos

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Um tribunal de apelações dos Estados Unidos rejeitou ontem (26) um pedido do Departamento de Justiça que permitia ao governo proibir imediatamente a Apple e o Google, da Alphabet de disponibilizarem o WeChat, da Tencent, para download nas lojas de aplicativos do país.

O painel de três juízes do Tribunal de Apelações disse que o governo não havia demonstrado que iria “sofrer um dano iminente e irreparável durante a pendência deste recurso, que está sendo acelerado”.

LEIA MAIS: Juíza dos EUA suspende bloqueio do aplicativo do WeChat

Na última sexta-feira (23), um juiz em São Francisco rejeitou um pedido do Departamento de Justiça para reverter sua decisão de impedir a proibição do WeChat, que era buscada pelo Departamento de Comércio dos EUA em resposta a uma ação movida por usuários do WeChat.

Os usuários do WeChat disseram que a decisão evitará um “desligamento sem precedentes de uma grande plataforma de comunicações da qual milhões de pessoas contam nos Estados Unidos”.

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O tribunal de apelações disse que o caso será colocado no cronograma de janeiro de 2021.

A Tencent e o Departamento de Comércio não comentaram imediatamente.

O WeChat tem uma média de 19 milhões de usuários ativos diários nos Estados Unidos. É popular entre estudantes chineses, norte-americanos que vivem na China e que têm relações pessoais ou de negócios na China. (Com Reuters)

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