Nissan processa Ghosn em US$ 95 mi por danos financeiros

Promotores o acusam de ocultar o equivalente a US$ 88,6 milhões em compensações financeiras

Redação
Compartilhe esta publicação:
Mohamed Azakir/Reuters
Mohamed Azakir/Reuters

Carlos Ghosn está no Líbano desde janeiro, depois de fugir do Japão antes de ser julgado

Acessibilidade


Os problemas jurídicos do ex-presidente da Nissan, Carlos Ghosn, aumentaram hoje (13) com o início de um julgamento civil em Yokohama, Japão, onde a empresa pede em um processo de 10 bilhões de ienes (US$ 95 milhões) por danos.

“As ações judiciais iniciadas hoje fazem parte da política da Nissan de responsabilizar Ghosn pelos danos e perdas financeiras incorridas pela empresa devido à (sua) má conduta”, disse a Nissan em comunicado.

LEIA MAIS: Filho de Carlos Ghosn pode ter pago mais de US$ 600 mil por operação de resgate do pai

Ghosn, que também comandava a montadora francesa Renault, está no Líbano desde janeiro, depois de fugir do Japão antes de ser julgado. Ele nega qualquer irregularidade.

Os promotores, que prenderam Ghosn há dois anos, o acusam de ocultar o equivalente a US$ 88,6 milhões em compensações financeiras, enriquecendo-se às custas da Nissan por meio de pagamentos de US$ 5 milhões a uma concessionária de automóveis no Oriente Médio e transferência temporária de perdas financeiras pessoais para os livros da montadora.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

O “processo civil da Nissan é uma extensão da investigação interna extremamente irracional com intenções sinistras por parte da administração da Nissan e as prisões e acusações injustificadas pelos promotores públicos”, disse Ghosn em comunicado por e-mail. (Com Reuters)

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Siga Forbes Money no Telegram e tenha acesso a notícias do mercado financeiro em primeira mão

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

Compartilhe esta publicação: